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Post do Leitor – Metallica: Orgulho, Paixão e Glória

Posted on 02 março 2010 by Leitor do BJC

Eletrônicos - Submarino.com.br


Por Carlos Eduardo Habermann

Depois de onze anos longe dos palcos brasileiros, finalmente o Metallica passou novamente pela América do Sul, com direito a três shows no Brasil.
 Excursionando em suporte ao álbum Death Magnetic de 2008, a banda ainda trouxe na bagagem seu novo lançamento em DVD/Blu-ray
Lançado em dezembro do ano passado, “Orgulho, Paixão e Glória – Três Noites na Cidade do México” foi gravado durante três apresentações na Cidade do México e vem em quatro versões diferentes: DVD simples, DVD simples + CD duplo, DVD duplo + CD duplo e BD simples. O foco aqui será no que considero as duas melhores versões, que são o BD e o DVD duplo + CD duplo.
Uma peculiaridade deste lançamento é que ele é focado para os países da América Latina, tendo seu título, créditos e legendas devidamente traduzidos para o idioma local.

Como sabemos que vida de colecionador nunca é fácil, a Universal fez o favor de nos “presentear” apenas com a versão simples no final do ano passado, segurando o lançamento da versão dupla e do BD apenas para fevereiro de 2010.

Apelando para o eBay, consegui a versão mexicana “Orgullo, Pasión Y Gloria – Tres Noches em La Ciudad de México”.

Trazendo dois DVDs e dois CDs, a edição vem num belíssimo Digipak, e apresenta o seguinte conteúdo:

DVD #1
The Ecstasy Of Gold
Creeping Death
For Whom The Bell Tolls
Ride The Lightning
Disposable Heroes
One

Broken, Beat & Scarred
The Memory Remains
Sad But True
The Unforgiven
All Nightmare Long
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Fight Fire With Fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman
The Wait
Hit The Lights
Seek & Destroy

DVD #2
That Was Just Your Life
The End Of The Line
Holier Than Thou
Cyanide
Blackened
Helpless
Trapped Under Ice
Turn The Page
The Prince
No Remorse
Fuel

Wherever I May Roam
Harvester Of Sorrow
Fade To Black

…And Justice For All

Dyers Eve

CD #1 e CD #2
Aúdio do DVD 1.

Características técnicas
Formato de tela: 16:9
Aúdio: PCM e DTS 5.1
Legendas: Espanhol, Português e Inglês.

Já em relação ao Blu-ray, aguardei o lançamento nacional que felizmente não deve nada ao gringo.
O conteúdo, por sua vez, é idêntico ao DVD 1 do box apresentado acima.


Detalhe da localização dos textos da parte impressa

Características técnicas
Formato de tela: 16:9
Aúdio: PCM e DTS-HD Master Audio 5.1
Legendas: Espanhol, Português e Inglês.

Avaliação
Sendo um colecionador tanto de DVD/BD quanto dos lançamentos do Metallica, fica difícil não recomendar este título.
 Não há nada que possa ser dito da performance da banda, que parece apenas melhorar com o tempo.

A qualidade de imagem tanto do BD quanto do DVD são espetaculares, embora a meu ver, o BD não apresente toda a qualidade que poderia ter (tomo como base um lançamento similar, do filme/show Flight 666 do Iron Maiden que apresenta uma imagem irretocável). Mas longe de ser ruim, pelo contrário, numa comparação direta com o DVD a qualidade é imensamente superior.
O áudio, por outro lado, não deixa qualquer espaço para questionamento, está bem distribuído por todos os canais e é um verdadeiro “tapa na orelha”.
Enfim, para quem é fã do Metallica, compre sem medo.

—————

Dica de promoção no Sub do DVD do leitor Dalmo Bandeira:

Diz o Dalmo -  Atenção: essa é a versão mais completa desse produto (2 DVDs + 2 CDs) e custa geralmente R$ 59,90. Comprando essa versão é o único jeito de se ter o segundo DVD, q contém 16 músicas extras tocadas nas 3 noites.

Blu-ray na Amazon.com:

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BD Resenha: Metallica – Live in Nimes “Français Pour Une Nuit”

Posted on 21 fevereiro 2010 by Julian Conde

Sobre a edição:

Tive conhecimento deste lançamento, até então exclusivo pelo site do Metallica (onde comprei meu exemplar) aqui no BJC, pelo post do nosso amigo “RiderJeff”, pela dica do leitor Carlos Habbermann em outubro de 2009. Na mesma hora que vi trechos do show no You Tube e fotos, não pensei duas vezes e fiz o pedido. Demorou quase 2 meses pra chegar da Inglaterra, mas finalmente aqui está. E posso dizer, é espetacular! Metallica em Blu-ray tem um encarte lindo, quase todo em francês e latim. O livreto interno é bem bacana e também tem tudo em francês e latim, com fotos preto e branco do show e integrantes da banda. O show foi gravado na Arena de Nimes em Julho de 2009, que é um anfiteatro romano, construido na época do imperador Augustus. O lugar é lindo, e tenho um gosto especial pelo local porque um dos melhores shows que eu tenho, de uma das bandas que mais gosto, foi também gravado lá, é o show Volkerball da banda alemã “Rammstein“.


Sobre a imagem:

Nada menos que espetacular. A qualidade de captação e autoração se supera a cada dia, está absurdamente nítida nesse show. O visual antigo da arena com o palco aberto para todos os lados (comum nos shows deles desde o primeiro DVD ao vivo, o espetacular “Cunning Stunts“, que é um marco no quesito show em DVD pra mim) fazem um visual incrível. O palco é limpo, apenas com os instrumentos, paredes baixas de amplificadores e alguns poucos moving lights e aparatos de pirotecnia. Não há defeitos, não há nada pra reclamar do vídeo, captação, visual do show em si e a autoração IMPECÁVEL. Os efeitos pirotécnicos ocasionais são muito bem cronometrados com as músicas e fazem parte do show. Não é apenas fogo e faísca pra todo lado (o que também é divertido)! Detalhe visual para a guitarra de Kirk Hammet com a impressão de Boris Karloff no papel da Múmia. O vídeo é material de referência em qualidade e roda com Bit rate alto de 35 Mbps em média, formato de 1.77:1 e é Region Free (All).

Capturas:

Sobre o áudio :

Nada menos que espetacular também! Eles conseguem ao mesmo tempo ter a nitidez e separação de cada guitarra (Hetfield no canal esquerdo, e Hammet no canal direito ), cada acorde, e ao mesmo tempo encher a sala com uma massa de rock and roll absurda e massiva, com muito uso dos canais surround, é guitarra na orelha! O audio realmente me impressionou, não esperava tanta clareza, peso e qualidade de captação num show que era pra ser barulhento e sujo. Posso reclamar um pouco do som do público que é muito alto na mixagem, e acaba tomando conta nos intervalos entre as musicas, dando uma fadiga desnecessária, mas que é bem vinda quando a platéia canta junto. Particularmente também não gosto do Lars Ulrich na bateria, não gosto muito da sua pegada, dele como músico (acho ele muito duro, mecânico), nem do som que geralmente sai das mixagens de bateria dos shows e discos ao vivo do Metallica. Nesse show, a bateria é uma obra de arte como instrumento, uma Tama Starclassic linda, que soa muito bem, captada por excelentes microfones, mas pelo que acompanho dos shows ao vivo do Metallica, o Lars coloca a mão na mixagem pra tirar esse som característico dele, que é um Chimbau (ou Hi Hat, ou Contratempo) agudo e duro demais, que não me agrada, e um som de bumbo com muito kick e pouco peso, grave. No show de Nimes o Chimbau continua detestável pra mim, mas o bumbo agregou o grave que faltava ao kick tradicional que Lars gosta. Isso resulta num peso no bumbo que toma conta da mixagem, e da sala, a bateria está no seu lugar de pilar da mixagem, como deve ser, ainda mais num show de rock. O James e os outros integrantes usam um microfone curioso pra cantar que é o Shure 55SH, que não casa bem com muito volume, ele é basicamente o Famoso Shure SM 58 com uma carcaça diferente, maior, e com mais chance de ressonância e reverberação interna, mas está casando bem com a mixagem, salvo alguns agudos raros fora do normal que mostra a fraqueza do microfone escolhido. O áudio está disponível em DTS HD Master Audio 5.1 (Bit rate médio de 5/6 Mbps ), e PCM estéreo. Em resumo, pra quem como eu gosta de alto e bom som e da banda, este show é imperdível, e quem tem um Home Theater legal vai ver e ouvir uma experiência impecável, em todos os quesitos.

Conclusão:

A maior e melhor supresa audiovisual que tive esse ano na coleção. O preço acima da média pra um Blu-ray, a demora na entrega, foram recompensados com um show incrível, que me fizeram ter certeza que cada centavo que gastei no Home Theater valeram a pena. Os extras incluem entrevistas e 5 vídeo-clips da banda. O formato dos extras é de 4:3 e trilha em Dolby Estereo. O show já saiu do status de exclusivo pelo site do Metallica, e já está a venda em grandes lojas como a Amazon.

Recomendo MUITO !

Set list :

# Blackened
# Creeping Death
# Fuel
# Harvester Of Sorrow
# Fade To Black
# Broken, Beat & Scarred
# Cyanide
# Sad But True
# One
# All Nightmare Long
# The Day That Never Comes
# Master Of Puppets
# Dyers Eve
# Nothing Else Matters
# Enter Sandman
# Stone Cold Crazy
# Motorbreath
# Seek & Destroy

Blu-ray na Amazon.com:

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Blu-ray na Amazon.uk:

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DVD Resenha: Genesis “When in Rome”

Posted on 19 fevereiro 2010 by Julian Conde

Eletrônicos - Submarino.com.br

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Sobre a edição:

Este show espetacular do Genesis em DVD vem num box Digipak com luva com uma textura e acabamento espetaculares. Está entre as melhores embalagens de shows que eu tenho na coleção. Toda a arte é fosca, muito bem impressa. Dentro encontramos o encarte enorme (acho que mais de 12 páginas) e ainda um mini poster dobrável no meio, com uma panorâmica do palco todo. Logo no meio estão os 2 DVDs e na ultima aba, um envelope com o DVD do documentário da turnê.

Sobre a imagem:

Este é um dos mais absurdos palcos que eu já vi. A iluminação e os painéis de LED que cobrem todo o fundo do palco num desenho bem diferente são impressionantes. O sincronismo entre as imagens, a definição e o conteúdo fazem um show a parte. É também um dos palcos mais caros que já fizeram turnê, já que todo o equipamento é de ponta e o palco é enorme, então muito de muita coisa cara pra fazer bonito. Diz-se na “radio pirata” interna do show business nacional que este show não veio ao Brasil porque este palco em particular não cabia no Maracanã. O sistema de luz em conjunto com os painéis de LED fazem bonito. A qualidade da imagem está ótima, sinto apenas meio “nublado”, como se tivesse uma névoa de fumaça em todo lugar, mas que não acontece em shows a céu aberto. Existem shows com muito mais qualidade de imagem em DVD ( Robbie Williams -- Live At Knebworth, Pink -- Live in Europe), mas com um palco tão rico, e tantos outros elementos de encher os olhos (torres de luz, de som, etc) você acaba tendo uma experiência maior do que o DVD consegue reproduzir tecnicamente, mas se atentar aos detalhes, verá que podia ter sido melhor transferido. A banda em si é excelente, com 2 baterias em cena, sendo a DW exclusiva do baterista Chester Thompson Folheada a ouro, linda. A imagem é no formato 1,85:1, e tem um Bit rate constante durante todo o show. Este com certeza é uma apresentação que se beneficiará muito com o lançamento em Blu-ray, mas que não existe previsão ainda.

Sobre o áudio:

No quesito áudio, temos uma série de altos e baixos, prós e contras, que infelizmente estragaram minha experiência. O DVD vem com DTS raríssimo em 5.1 96khz 24 bits (EM DVD!) e tem uma resolução bem alta. Acho que é o único DVD vídeo que tenho na coleção com esse formato, mas sei de outros poucos por aí, a maioria de óperas e apresentações de orquestra, musica clássica. Também temos as opções de audio estéreo PCM e DD 5.1 comum. Vamos aos problemas: a captação, execução e resultado sonoro do show é espetacular, a gravação é das melhores que existem por aí, cada timbre, cada instrumento está em seu lugar. O problema que ocorre é musical pois, eu que gosto de ouvir shows em volume de acordar defunto, me decepcionei quando com frequência entra um tom grave absurdo na música, proveniente do teclado ou sequencer, que estraga toda a musica, todo o som. O grave toma conta de tudo, e é tão desproporcional que tive que abaixar o volume diversas vezes, até que cansei e desisti de terminar de assistir o show. Quando não temos esse grave proposital, temos um grave também terrível quando estão tocando as duas baterias juntas, não sei se a soma dos graves de bumbo ou de ressonância de alguma coisa, mas o grave é chato, fora do normal e acaba com toda a experiência. Tirando esse grave, tudo está muito bem captado, e com um peso no bumbo do Chester Thompson maravilhoso, só estraga mesmo quando Phil Collins resolve sentar a bateria. Ele, na minha opinião, como baterista é um ótimo cantor, e deveria ter ficado apenas na modalidade vocal. Queria tanto ver esse show inteiro sem esse grave, mas após 8 ou 9 musicas pilotando o volume pra não judiar demais do meu subwoofer, desisti. É uma pena, musicalmente esses “inserts” de graves aleatórios não combinam com o Genesis, é coisa de musica eletrônica, no máximo engulo no Nine Inch Nails, Marylin Manson, etc. Há uma vaga possibilidade de ser um problema de autoração, da mixagem final pra autoração do DVD, mas acho difícil, em todo caso não custa torcer pra não existir esse problema arrasador numa versão futura em Blu-ray.

Conclusão:

O show vale pelo visual, performance da banda, repertório (todos os grandes sucessos estão no show) e encarte acima da média. Mas pra curtir um show desse, com tantos recursos visuais, num Home Theater, tem que ter um volume considerável, e isso acaba sendo impossível pelo grave fantasma que domina a maioria das musicas, e acaba com a experiência. Quem for fã da banda, e colecionadores vão se apegar no “resto” todo como encarte, apresentação, muitos extras (documentários, interação durante a reprodução em todas as faixas, fotos, etc). Mas eu, como me apego principalmente na qualidade técnica do som, fiquei decepcionado. Tenho vários shows que o audio é fora de escala de espetacular, e a imagem é ruim ( como o Sade “Lovers Live”) e pra mim está bom, audio é o que importa, tecnicamente e musicalmente, mas quando temos agregado a isso ótima imagem e um visual incrível fazem um show marcante. Consigo assistir um show ruim de imagem e bom de som, mas não o contrário, então esse DVD do Genesis deixa a desejar pra quem curte ouvir o famoso “alto e bom som”.

Conteúdo do DVD:

Faixas DVD 1

01. Dukes Intro
02. Turn It On Again
03. No Son Of Mine
04. Land Of Confusion
05. In The Cage MedleyIn The Cage, Cinema Show, Dukes Travels
06. Afterglow
07. Hold On My Heart
08. Home By The Sea
09. Follow You Follow Me
10. Firth Of Fifth
11. I Know What I Like ( In Your Wardrobe )
12. How Does Duke’s End End? -- Extras
13. We’re Gonna Take It Up A Bit -- Extras
14. Plugged In. Turned On. On the Edge -- Extras
15. Minimal Confusion -- Extras
16. Tony Changed His Mind -- Extras
17. We Need More Lights -- Extras
18. Counting The Bars To ‘Heart’ -- Extras
19. Working On Home -- Extras
20. Mike Wants Phil’s ‘Feel’ On Drums -- Extras
21. From ‘G’ To ‘G’ On ‘Firth’ -- Extras
22. Time To Dance -- Extras

Faixas DVD 2

01. Mama
02. Ripples
03. Throwing It All Away
04. Domino
05. Conversations With 2 Stools
06. Los Endos
07. Tonight Tonight Tonight
08. Invisible Touch
09. I Can’t Dance
10. Carpet Crawlers
11. Bring The Pitch Down Like Elton -- Extras
12. ‘Acoustic’ Ripples -- Extras
13. ‘Throwing It All’ Down -- Extras
14. Tony Talks About His Inspiration -- Extras
15. The Drum Duet -- Extras
16. Not A Period Piece -- Extras
17. Invisible Key -- Extras
18. Phil, Tony & Mike, And Phil & Mike -- Extras
19. Singing Along -- Extras

Faixas DVD 3

Documentário ‘Come Rain Or Shine’

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DVD na Videolar:

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DVDs recomendados pelo BJC no Submarino:

Box com 5 DVDs em Digipak DVD duplo, Digipak e com aspecto correto DVD duplo, enluvado, com todos os extras legendados DVD duplo, Digipak

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Resultado da promoção “Ganhe um Blu-ray do Ritchie” no BJC

Posted on 15 fevereiro 2010 by Jotacê

Sorteio de Blu-ray? E AUTOGRAFADO? Só no BJC!

Finalmente anunciaremos o grande vencedor do primeiro sorteio de um Blu-ray no BJC (e provavelmente da web brasileira). Foram 15 concorrentes dentro dos critérios determinados no post da entrevista com Ritchie.

Abaixo a lista dos que concorreram:

E o grande vencedor foi:


Ingsoc!

Abaixo o comentário do felizardo:

Sempre gostei muito do trabalho do Ritchie. Não só por sua fase solo mais pop, mas também por ser um músico de primeira linha. Tanto n’A Barca do Sol (onde, reza a lenda, ele foi expulso pelo Jacques Morelembaum por insistir em cantar na banda) quanto no Vímana. Esta banda, por sinal, poderia ser uma das grandes do progressivo brasileiro (basta ouvir a música Masquerade para perceber isso) se não fossem as trapalhadas da Som Livre (novamente reza a lenda que o álbum da banda está perdido nos arquivos da gravadora até hoje) e pela pressão feita pelo Patrick Moraz (ex-tecladista do Yes) para fazer a banda estourar (de fato a banda estourou, mas no outro sentido).

Saindo do passado e voltando para o presente, é salutar ver que um artista que hoje não encontra exposição na mídia ainda está na ativa, gravando, tocando, compondo e, mesmo de forma independente, lançando títulos. Sendo esse o primeiro BD 100% brasileiro, espero que sirva de estímulo para que os preços de players e discos caiam mais e que o formato azul seja mais acessível a todos. Parabéns ao Richie pela iniciativa!

Para os que ficaram chupando o dedo e não tiveram  a mesma sorte do Ingsoc, vale lembrar que o Blu-ray AUTOGRAFADO está sendo vendido no site do próprio Richie!

Valeu e obrigado a todos!

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Blu-rays recomendados pelo BJC (todos com legendas em português brasileiro):

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Blu-ray resenha: Ritchie “Outra Vez Ao Vivo No Estúdio”

Posted on 20 janeiro 2010 by Julian Conde

Recebi a informação do Jotacê pelo telefone, que me incubiu de fazer a resenha do primeiro título de Blu-ray gravado, produzido e fabricado no Brasil. É uma grande responsabilidade, já que é um lançamento e pioneiro em tantas coisas. Vou ser bem detalhista e comentar pontos que geralmente não coloco na resenha, como capa, encarte, acabamento, menu, etc.

Sobre a edição:

Na capa está uma montagem de fotos do estúdio Visom (onde foi gravado, Rio de Janeiro), com partes do console de gravação e o Ritchie em contraste com um spot de luz alaranjada, em frente ao precioso microfone Blue Kiwi. A Contracapa mostra mais fotos da gravação, junto com a lista de músicas, ficha técnica e detalhes técnicos do Blu-ray. Nessa ultima parte notei um erro de digitação, onde deveria dizer “Tempo Aproximado de Programa”, está escrito assim: “Tempo APROXAIMDO do Programa”, isso é um erro pequeno, mas que provavelmente estará em todas as cópias do primeiro lote. A impressão no disco em si parece um pouco borrada, não sei se é proposital. No geral, a capa e contra capa estão ótimas, com fotos definidas e uma arte chamativa. O menu do disco é bem claro, com música em loop e fontes compatíveis com a proposta. Não gostei do “X” para sair dos menus de áudio, extras, etc, que parece fonte de MS-DOS, meio sem criatividade. O disco inclui nos extras uma musica e o making of .

Sobre a imagem:

A Gravação em em Full HD 1080p (1.78:1) não deve nada para produções internacionais, está impecável em quase toda sua extensão, mas tem algumas quedas de bitrate e foco, que na minha opinião é de alguma câmera mal calibrada ou diferença entre modelos/marcas de câmera. Existem momentos em que a imagem fica desfocada, dando também a impressão de não ser 1080p, talvez seja proposital, uma camera de outro formato, tipo e definição, o que é comum em shows e gravações, mas nesse caso parece simplesmente que a imagem está fora de foco em alguns momentos. Mas não compromete a qualidade geral do vídeo, que anda na média de 15 Mbps, razoável para um ambiente escuro como o em questão. O estúdio Visom tem uma sala bem cuidada e com pequenos detalhes, acabou virando o palco de uma gravação ao vivo em estúdio, ou seja, as musicas são gravadas com todos os músicos, instrumentos juntos e em sequência (na teoria), o que faz que seja um show sem público, em um ambiente controlado. Pelo mesmo motivo, a imagem talvez canse um pouco antes do esperado, já que a maior parte do tempo as cenas são do Ritchie e o microfone, alternando com a banda. Em um show ao vivo temos outros elementos que dão mais dinâmica ao vídeo, como público, dança, efeitos, etc. Foi usado também uma tela e efeitos de “Moving Lights” para dar um fundo a gravação, como na música “Nesse Avião”, há uma imagem de nuvens e céu ao fundo. Os cortes, detalhes e ângulos são bons, tudo bem enquadrado e com a ajuda de uma Steadicam, as imagens em movimento são ótimas. A imagem está no geral cristalina, bem capturada, e dá a sensação de estarmos vendo uma produção de primeira, como as “gringas”.

Sobre o áudio:

Nesse quesito, vou deixar bem claro duas coisas, existe o áudio capturado e gravado no estúdio e existe o resultado sônico do Blu-ray como mídia, ou seja, uma coisa é como foi gravado, com os equipamentos, gosto do técnico/artista, e outra coisa é como essa gravação chega aos nossos ouvidos, como ela foi “moldada” pra chegar a nós. Não sou fã de gravações em estúdio, acho que falta vida, é tudo muito certinho, e por conviver muitos anos nesse meio, aprendi que vários truques são usados o que tira a realidade da performance. Hoje em dia mais ainda. O áudio está muito bem captado, os instrumentos são de qualidade, equipamentos de ponta ( como o console Euphonix de gravação, o microfone Blue, o pré-amplificador valvulado Avalon no baixo, etc) o que faz um resultado sônico de alta qualidade e definição, uma Ferrari a disposição de um piloto, basta ter um bom piloto. Mas é aí que pega alguns detalhes, como a própria voz do Ritchie, que em alguns momentos é notória a técnica de “Overdub”, para “dublar” alguns trechos. A palavra dublar aqui é usada ao contrário, porque a técnica de “Overdub” é cantar e gravar por cima do que já foi gravado, ou seja, sobrepôr a voz, para melhorar ou modificar a gravação original que por qualquer motivo não está satisfatória. Isso é claramente perceptivel nas músicas que o Ritchie toca violão ou guitarra, e quando ele está cantando e vira o rosto para olhar para os acordes, a voz continua na mesma intensidade, timbre. Isso seria quase impossível de acontecer, com um microfone tão crítico, e obviamente vemos a pessoa virar pro lado e a voz continua como se estivesse a frente do microfone, sem mudança nenhuma. Em alguns momentos também notam-se erros pequenos de lipsync, onde o “Overdub” não casou 100% com a imagem original, da gravação original. Isso pode ser ainda ( acho improvável) um pulo ou erro de sincronismo de audio e vídeo pelo timecode, mas não acho que é o caso. Isso dá uma sensação de que estamos vendo o Ritchie, mas em nenhum momento ele está lá cantando ao vivo com a banda. O mesmo acontece nos momentos em que ele toca flauta. A bateria, que sempre digo que é o pilar da gravação, está distante na mixagem, e muito velada na caixa e nos pratos (overs), eles nunca estão presentes e soando toda a harmonia que têm, pelo menos não ouvimos, já que a compressão da gravação ou por gosto ou por excesso não deixa a caixa soar, nem os pratos. O uso do surround é razoável, muitos loops de teclados (“na cara” demais em alguns momentos) e eletrônicos, e alguma coisa da bateria. Tudo isso, pode ser uma escolha do proprio artista, do técnico ou do produtor, já que a mixagem é acompanhada por todos geralmente, e nesse ponto, juntamente com a masterização, são definidos a posição de cada instrumento, a profundidade, a compressão, o timbre, etc. Então o que pra mim não é agradável de ver e ouvir, e parece errado, pode ter sido feito propositalmente, por escolha de qualquer um dos citados acima. Independente disso, a qualidade de áudio é excelente, com timbres bem definidos de voz, guitarra e saxofone que aparece em algumas músicas. O áudio vem nas opções de LPCM 2CH 96KHZ 24BITS e LPCM 5.1CH 48KHZ 16 BITS, além do Dolby Digital 5.1. A melhor opção pra se ouvir é a LPCM, que tem uma amostragem maior, e na minha opinião combina com a característica de estúdio, a proposta do Blu-ray. O 5.1 LPCM vem em segundo, andando na média de 6.9 Mbps ( relativamente alta pra 16 bits) mostrando uso das caixas surround com frequência, mas bagunçando um pouco o palco sonoro da bateria.

Conclusão:

Para nosso primeiro Blu-ray, não estamos devendo nada pros gringos, a autoração é de primeira linha, o conteúdo está bem desenvolvido, imagem cristalina. E pra quem é saudoso do Ritchie e seus sucessos dos anos 80 como “Menina Veneno”, e também de bons covers como “Mercy Street” de Peter Gabriel é uma ótima pedida. O fato de alguns aspectos da gravação não me agradarem, como eu disse antes, nada tem a ver com a qualidade final do produto, já que esses aspectos podem ter sido intencionais, mas que não agradam meu conhecimento técnico de gravações.

Recomendo!

Link para o Blu-ray na Saraiva:

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Blu-rays preferidos pelos leitores do BJC (todos com legendas em português brasileiro):

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Resenha: DVD & CD Seal – Soul Live

Posted on 17 janeiro 2010 by Julian Conde

Estava na Europa ano passado entre julho e agosto, em uma Fnac de Algarve (Portugal) quando vi esse show tocando na seção de Home Theaters da loja, numa tela gigante. Sou fã do Seal e acompanho de perto lançamentos ao vivo de todos os gêneros, mas não sabia da existência desse show nem do DVD. A música que estava tocando era “It’s a man’s World ” e me ganhou na hora. Fui perguntar pro vendedor onde estava a cópia, e ele me disse que era demonstração, que ainda ia ser lançado oficialmente. Me recusei a aceitar isso e tanto fiz, que acabei conseguindo a bendita cópia da loja, por salgados 54 Euros. Valeu cada centavo, o encarte diz “First Print Batch” e é magnífico, fui um dos primeiros a ter! A melhor surpresa é que fui trabalhar no Algarve Music Festival naquela mesma semana e adivinha quem tocou no dia 1º de agosto, coincidentemente meu aniversário? Seal. Pude conferir o show ao vivo com privilégios de cima do palco. Esse DVD acabou tendo um significado todo especial pra mim por conta dessa história cheia de coincidências. Mas acabou que voltei de viagem, continuei na loucura e esqueci o DVD na prateleira, sem ver na íntegra desde que comprei. Hoje acordei, pensei nele e pronto: sentei pra assitir direito, aproveitando meus “brinquedos” novos do Home Theater. Então aqui segue uma resenha curta desse pouco falado lançamento do Seal ao vivo.

Sobre a imagem:

A imagem está excelente pra um DVD, foi gravado em alta definição (todos os shows da série “Sound Stage” são) e a transferência pro DVD ficou acima da média pra um show. A gravação foi feita em um estúdio da PBS em Chicago em 2009. O palco é bem limpo, com orquestra, coral, e um fundo sólido com alguns painéis de LED G-LEC ao fundo fazendo algumas imagens e efeitos. A luz é sem grandes efeitos, tudo bem sóbrio e iluminado, como deve ser uma apresentação com orquestra e piano. Os closes do Seal mostram todos os detalhes da sua inconfundível pele. O show é divido em duas partes, sendo o show com a orquestra e algumas músicas na formação normal com sua banda, como faixas Bônus. Tive a impressão de ver uma qualidade maior na parte principal do show. No geral, o vídeo é de qualidade constante e impecável, no formato wide 1,85:1.

Sobre o áudio:

Nesse quesito o Seal mostra como faz direito; Com os closes, podemos ver que o Seal usa o sistema de monitoração “In Ear” da Westone, o melhor do mundo, e junto está também o melhor microfone sem fio do mundo, o Sennheiser SKM 5000 com a cápsula Neumann KMS 105, o que resulta em uma clareza vocal impressionante, e não tendo caixa de som como retorno no chão do palco, faz uma diferença enorme no resultado final, com mais detalhes, menos vazamento e a sensação de gravação de estúdio, e acaba com a chance de ter as famosas “microfonias” que é a realimentação do som pelas caixas de som. O que não deixa de ser “em estúdio”, já que é um show gravado em um estúdio de televisão, ambiente controlado, com público provavelmente convidado e isso resulta em um resultado sônico espetacular. O som é o forte deste DVD, a voz, a bateria, a orquestra, o piano, cada um no seu devido lugar, mas ao mesmo tempo “rasgando” a sala com imponência. A bateria está impecável, com um som de bumbo acima da média, limpo, grave e presente. O bumbo e a bateria na minha opinião são os pilares de um show, de uma gravação, e tendo um resultado sonoro bom nesse “pilar” já é meio caminho andado pra se ter um show bem gravado ao todo. O piano está soando como eu raramente vi em shows, gravado com uma atenção incrível, e uma decisão técnica de deixa-lo mais presente na mixagem, surpreende sem ofuscar nenhum outro instrumento. A música “It’s a man’s man’s world” é o auge do show na minha opinião, musicalmente, sonoramente. É a faixa que você pode colocar pra impressionar os amigos se tiver um sistema bacana, é de cair o queixo! Talvez por ter trabalhado mais de 15 anos com gravações ao vivo, isso me fez detestar quase sempre gravações em estúdio, tanto que minha coleção é 90% de CDs ao vivo. Mas por outro lado isso me ensinou a ser crítico com meus discos, com o que é bom ao vivo, e também sei como é mais difícil fazer ao vivo soar bem, as barreiras técnicas para fazer um show soar com qualidade de um estúdio controlado são imensas, e poucos são os discos e DVDs que conseguiram essa proeza, e este show Soul Live é um deles. O áudio vem em estéreo PCM e Dolby Digital 5.1. O DTS não fez falta em momento nenhum.

Conclusão:

Um show espetacular tecnicamente, mas que é fora do segmento tradicional do Seal, com músicas cover dos anos 60 , 70, como “Stand by me” e “Knock on Wood“, então não deve agradar a todos os fãs, mas eu como amante de boa música, do Seal, com qualidade de execução e gravação, só posso dizer coisas boas. O show com as faixas bônus é curto (mais ou menos 80 minutos), e por ser um CD&DVD combo, sai caro, então não apela a todos, mas quem curte Seal, curte bons shows com qualidade, é uma jóia obrigatória.

Link para a edição no Submarino:


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DVDs recomendados pelo BJC no Submarino:

Box com 5 DVDs em Digipak DVD duplo, Digipak e com aspecto correto DVD duplo, enluvado, com todos os extras legendados DVD duplo, Digipak

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Blu-ray resenha – Kings Of Leon: Live At The O2 London

Posted on 29 dezembro 2009 by Julian Conde

LOST-BANNER

É um fato que comprovei muito recentemente a fundo, que os áudios novos Dolby True HD e DTS Master Audio são absurdamente superiores aos formatos convencionais.

Vou entrar nesse mérito em outro post, já que aqui vou falar sobre o novo show da Banda Americana “Kings of Leon” e seu novo show lançado em Blu-ray esse mês nos Estados Unidos.

O evento foi gravado neste ano de 2009 na Arena O2 em Londres. Abaixo uma amostra em HD no You Tube:


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Sobre a imagem:

A imagem é impecável, gravada usando câmeras HD em 1080i, chamada de Live Transfer.
A luz tende muito pro âmbar, laranjas, amarelos, e sendo todos os integrantes loiros ou ruivos, mais as guitarras sendo cor de madeira, o vídeo fica com uma imagem amarelada, quase em tom sépia, que é proposital, já que a luz é desenhada assim.

A nitidez é ótima, contraste e profundidade, como nas cenas que mostra o público são incríveis.

Vejo muitos reviews de shows por aí, de gente dizendo que a imagem tem contraste ruim, que é granulado. Isso é um problema físico e não da reprodução. Quando uma câmera filma por exemplo um braço de guitarra em solo, com tudo escuro e bem de frente pra câmera está um foco de luz de 1000 watts, chamada “Luz Contra” ela entra na câmera como o sol na vista e não há como não perder o contraste do braço da guitarra enquanto a luz está na “cara” da câmera.

Qualquer pessoa que vá a shows, mesmo que sem perceber em algum momento torce a cara ou encobre a vista quando uma luz dessa passa direto na vista.

Então, não é um problema de transferência, de gravação, nem de LCD ou Plasma, é simplesmente uma luz forte ofuscando a imagem, o que em um show é todo o tempo e pra todo lado.

Outro mito de shows em mídia é que a imagem é granulada. Isso acontece porque há sempre fumaça no show, que faz perder contraste em função da “visualização dos feixes de fuz” e deixa como se fosse uma névoa no ambiente (inclusive as máquinas que produzem esse efeito são chamadas de Haze Maker, que é fazer “neblina”).

Outro detalhe é que a gravação não é feita em película, como em cinema, o que deixa tudo mais cru e “na cara” em função da resolução nativa, método de captura e velocidade dos frames.

Ao longo do show todo não perdemos a qualidade de vídeo, nem bit rate, sempre constante.

O visual geral do show é espetacular, como era de se esperar num evento desse porte.

Sobre o áudio:

Tive o prazer de trabalhar no Tim Festival em 2005 no Rio, e entre grandes artistas estava o Kings of Leon. Na época eles eram uma banda de poucos equipamentos, sem grandes “pedidos” técnicos, mas faziam um som absurdo ao vivo.

Vendo hoje esse show, vejo que eles melhoraram musicalmente, estão mais calmos e precisos, deixou de ter aquele entusiasmo inicial pra ter controle e precisão musical.

O equipamento usado por eles no palco é de primeiríssima, como amplificadores Ampeg e Matchless, Microfones Sennheiser, e Guitarras Gibson, e bateria DW, entre as melhores do mundo.

Tudo isso era de se esperar de uma banda desse porte hoje, com dinheiro e conhecimento, mas são fatos que ajudam no resultado sonoro, ou seja, melhor pra nós!

O show em Blu-ray tem um erro logo de cara, na contracapa diz  “Audio PCM Uncompressed 5.1 Surround Sound 48khz / 24 Bits”, e logo apertando menu, vejo que diz “96Khz / 24 Bits”, que é o dobro da amostragem de sinal de audio, aos ouvidos não treinados não se aplica como o “dobro da qualidade”, mas é uma diferença significante em qualquer sistema e pra qualquer ouvido, mesmo que não saiba o que procurar como diferença.

Finalmente tocando o show, meu processador leu “96Khz” e pude comprovar o erro de impressão na contracapa, o sinal de audio é realmente o dobro do descrito, o que é uma surpresa boa.

Tratando do som do show em si, tenho uma certeza: a gravação foi feita em dois shows distintos. Visualmente não notei essa diferença, já que os figurinos são praticamente os mesmos, mas no som o show é um até a música “Fans” e outro bem melhor em diante.

No começo do show, a diferença gritante é a bateria, que pra mim é o pilar de uma gravação ao vivo. A bateria parece “muito no fundo” em relação a voz, guitarra e baixo, o que acaba tirando o peso do som ao vivo. O bumbo está até tal ponto meio sem definição, sem “Kick” como chamamos a batida mais aguda quando o pirulito entra em contato com a pele, é uma característica fundamental de uma gravação de bateria.
Da música “Fans” em diante tudo vem pra frente e a bateria aparece com força total, com um Bumbo muito bem equilibrado, com kick e peso ao mesmo tempo, tomando conta do ambiente, marcando seu lugar como pilar da gravação.

Daí em diante é só alegria, guitarras bem tocadas e gravadas, Voz com timbre rouca do vocalista, que particularmente gosto muito, acho um cantor bom no que se propõe a fazer.

Todos os outros instrumentos estão bem acomodados em relação ao outro, tudo é muito limpo e cristalino, cada batida de prato, cada acorde. Gravação de primeira linha, como deve ser, só queria entender o que acontece no começo do show, nas primeiras musicas, que a bateria está destoada da mixagem, e sem “pegada”. Depois tudo muda e fica ótimo até o fim, então minha explicação é que a gravação foi feita em dois dias diferentes, muito comum em gravações ao vivo, muito mesmo. Mas geralmente não se percebe mudanças sonoras, é mais fácil ter visual já que não existem continuistas como nos filmes pra dizer que o tapete estava dobrado na ponta esquerda no começo, quando vai refazer a cena.

Conclusão:

Pra quem curte o som da banda, como eu, é um registro espetacular, de alta definição e de alta qualidade, em áudio e vídeo.

Não possui extras, mas não sinto falta após quase 2 horas de show .

Quem tiver um sistema bacana vai se surpreender com o surround e qualidade geral do áudio.

Recomendo muito!

Link direto para Amazon.com:

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Metallica em Blu-ray!

Posted on 27 outubro 2009 by RiderJeff

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Uma grande notícia para os fãs da banda Metallica: o show Francais Pour Une Nuit (realizado em Nimes, França em julho deste ano) será lançado na França no dia 23 de novembro em DVD e Blu-ray. A edição  pode ser adquirida também nos sites Metallica.com e Metallicanimes. Haverá a versão normal com livreto de 16 páginas em DVD (£14.99), Blu-ray (£17.99) e em edição limitada Deluxe (£54.99) com DVD, camiseta, cópia de “Death Magnetic” em CD, passe laminado do show, cordão (lanyard) e cinco fotos exclusivas. Além do show, o DVD e BD inclui entrevistas e vídeos.  Ainda não há informações sobre legendas nem do formato do áudio (DTS-HD? Dolby TrueHD? PCM?).

As músicas:

1. Blackened
2. Creeping Death
3. Fuel
4. Harvester Of Sorrow
5. Fade To Black
6. Broken, Beat & Scarred
7. Cyanide
8. Sad But True
9. One
10. All Nightmare Long
11. The Day That Never Comes
12. Master Of Puppets
13. Dyers Eve
14. Nothing Else Matters
15. Enter Sandman
16. Stone Cold Crazy
17. Motorbreath
18. Seek & Destroy

Capa do DVD e BD e da edição limitada divulgados pelo site oficial:

Edição Limitada com DVD, CD e brindes

Dica do leitor Carlos Habbermann [via Metallica.com]

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DVD Resenha – Titãs: A vida até parece uma festa

Posted on 07 setembro 2009 by DVD Magazine

por Robson Candêo
(Veja resenha completa no DVD Magazine)

Trailer do documentário:

SINOPSE

Os Titãs contam sua própria história. Quando o disco “Cabeça Dinossauro” foi lançado, Branco Mello comprou uma câmera já pensando em fazer um documentário e com seus companheiros de banda começou a registrar tudo que acontecia com eles naquele momento de explosão musical dos anos 80. O resultado é um filme com ritmo de aventura, cenas inéditas da vida dentro e fora dos palcos, gravações de álbuns antológicos e de grandes sucessos desde os primórdios até hoje em dia.

Titas_fora

Titas_dentro

SOBRE O DOCUMENTÁRIO

Este documentário idealizado por Branco Mello, começou a ser montado no início da carreira deles, quando o artista passou a registrar tudo que acontecia com eles utilizando câmeras caseiras. Ele traz cenas do grupo em várias situações diferentes, inclusive quando ainda não eram os Titãs, como um registro de um programa de TV na extinta TV Tupi, onde Marcelo Fromer, Tony Bellotto e Branco Mello eram o Trio Mamão (Isso mesmo, Mamão). Pois é, o filme é um registro preciosíssimo para quem gosta da banda, e já começa bem com a música “Diversão”, uma ótima escolha para iniciar mostrando cenas de cada um dos integrantes, e fique claro, todos os integrantes da formação inicial quando eles eram 8 pessoas. Imagens lá de 1982 a 1984, quando quase ninguém havia ouvido falar deles, estão nesse filme, e não podia faltar os primeiros sucessos como “Sonífera Ilha” que está inteiro montado com imagens de diversos programas de TV em que se apresentaram, como Cassino do Chacrinha, Hebe Camargo e Programa do Bolinha.

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Primeira apresentação na TV: Wilson Simonal dá nota 10.

8
Titãs no “Qual é a Música”.

Mas isso é só o começo, porque o filme vai emendando essas apresentações antigas com imagens de momentos descontraídos dos integrantes da banda, filmagens em aeroportos, hotéis, depoimentos retirados de épocas diferentes, e cenas televisivas como quando eles realizaram o Sonho Maluco de uma Fã no Programa do Gugu. O Filme não esconde nada, pelo contrário, pois mostra claramente quando Tony Bellotto e Arnaldo Antunes tiveram com a justiça ao serem presos portando Heroína, e lógico que a música de fundo é “Polícia”. Também tem imagens das gravações de algumas das músicas, chegando até a mostrar uma bronca do produtor Liminha enquanto a banda gravava uma de suas canções. O filme traz também o registro de uma votação que fazem para a escolha da música de trabalho, e também o momento mais triste da história do grupo que foi a morte de Marcelo Fromer (com a música Epitáfio ao fundo). A última parte é a saída de Nando Reis, o último a deixar a banda que atualmente conta com 5 integrantes.

SOBRE O DVD

A imagem varia com muitas cenas bem ruins, afinal são documentos de arquivo muito antigos e caseiros. O som é perfeito, muito bem distribuído por todas as caixas.

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Bit Rate alto garante um áudio excelente neste DVD.

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MENUS:

Menu-1 Menu-2

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É um documentário imperdível para os fãs da banda e quem gosta da história do rock nacional.

BJC recomenda!

[Leia Robson Candêo também no Blog Musical BD e DVD]

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DVDs recomendados pelo BJC no Submarino:

Box com 5 DVDs em Digipak DVD duplo, Digipak e com aspecto correto DVD duplo, enluvado, com todos os extras legendados DVD duplo, Digipak

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Iron Maiden em Blu-ray, DVD, CD e LP!

Posted on 21 abril 2009 by RiderJeff

Uma grande notícia para os fãs da banda Iron Maiden: Será lançado nos EUA em 25 de maio pela EMI Records o CD e o LP e em 9 de junho pela Universal Music o Blu-ray e DVD da turnê mundial Somewhere Back in Time World Tour de 2008. Conterá a primeira parte (cuja conclusão foi este ano com algumas apresentações no Brasil) bem como o documentário Flight 666: the Film (em DVD e BD) que mostra bastidores da banda e detalhes da turnê.

O DVD (em duas edições, sendo uma denominada Deluxe com livreto de 30 páginas) e o Blu-ray serão duplos com legendas em português. Confira mais detalhes a seguir:

Capa do Blu-ray

The film FLIGHT 666 is being released in the following manner:

Long-play Blu-ray with FLIGHT 666: THE FILM and FLIGHT 666: The Concert (215 minutes)*

Double DVD
Disc One: FLIGHT 666 : THE FILM (112 minutes)
Disc Two: FLIGHT 666 : The Concert (104 minutes)*

Plus Limited Edition Deluxe Double DVD of the above with special packaging and 30 page booklet

FLIGHT 666: The Original Soundtrack album – Double CD*

FLIGHT 666: The Original Soundtrack album – Limited Edition Double Vinyl Picture Disc

FULL TRACK LISTING
for the bonus *concert footage on DVD and Blu-ray, plus the double Live Soundtrack CD

(CD 1)
ACES HIGH
Bandra Kurla Complex/Mumbai, India
February 1, 2008

2 MINUTES TO MIDNIGHT
Rod Laver Arena/Melbourne, Australia
February 7, 2008

REVELATIONS
Acer Arena/Sydney, Australia
February 9, 2008

THE TROOPER
Makuhari Messe/Tokyo, Japan
February 16, 2008

WASTED YEARS
Arena Monterrey/Monterrey, Mexico
February 22, 2008

THE NUMBER OF THE BEAST
The Forum/Los Angeles, USA
February 19, 2008

CAN I PLAY WITH MADNESS
Foro Sol/Mexico City, Mexico
February 24, 2008

RIME OF THE ANCIENT MARINER
Izod Center/New Jersey, USA
March 14, 2008

(CD 2)
POWERSLAVE
Saprissa Stadium/San Jose, Costa Rica
February 26, 2008

HEAVEN CAN WAIT
Palmeiras Stadium/Sao Paulo, Brazil
March 2, 2008

RUN TO THE HILLS
Simon Bolivar Park/Bogota, Colombia
February 28, 2008

FEAR OF THE DARK
Ferrocarril Oeste Stadium/Buenos Aires, Argentina
March 7, 2008

IRON MAIDEN
Pista Atletica/Santiago, Chile
March 9, 2008

MOONCHILD
Coliseo de Puerto Rico/San Juan, Puerto Rico
March 12, 2008

THE CLAIRVOYANT
Pedreira Paulo Leminski/Curitiba, Brazil
March 4, 2008

HALLOWED BE THY NAME
Air Canada Centre/Toronto, Canada
March 16, 2008

Via Iron Maiden.com

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Blu-rays com legendas em português:




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