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Post do Leitor – Metallica: Orgulho, Paixão e Glória

Posted on 02 março 2010 by Leitor do BJC

Eletrônicos - Submarino.com.br


Por Carlos Eduardo Habermann

Depois de onze anos longe dos palcos brasileiros, finalmente o Metallica passou novamente pela América do Sul, com direito a três shows no Brasil.
 Excursionando em suporte ao álbum Death Magnetic de 2008, a banda ainda trouxe na bagagem seu novo lançamento em DVD/Blu-ray
Lançado em dezembro do ano passado, “Orgulho, Paixão e Glória – Três Noites na Cidade do México” foi gravado durante três apresentações na Cidade do México e vem em quatro versões diferentes: DVD simples, DVD simples + CD duplo, DVD duplo + CD duplo e BD simples. O foco aqui será no que considero as duas melhores versões, que são o BD e o DVD duplo + CD duplo.
Uma peculiaridade deste lançamento é que ele é focado para os países da América Latina, tendo seu título, créditos e legendas devidamente traduzidos para o idioma local.

Como sabemos que vida de colecionador nunca é fácil, a Universal fez o favor de nos “presentear” apenas com a versão simples no final do ano passado, segurando o lançamento da versão dupla e do BD apenas para fevereiro de 2010.

Apelando para o eBay, consegui a versão mexicana “Orgullo, Pasión Y Gloria – Tres Noches em La Ciudad de México”.

Trazendo dois DVDs e dois CDs, a edição vem num belíssimo Digipak, e apresenta o seguinte conteúdo:

DVD #1
The Ecstasy Of Gold
Creeping Death
For Whom The Bell Tolls
Ride The Lightning
Disposable Heroes
One

Broken, Beat & Scarred
The Memory Remains
Sad But True
The Unforgiven
All Nightmare Long
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Fight Fire With Fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman
The Wait
Hit The Lights
Seek & Destroy

DVD #2
That Was Just Your Life
The End Of The Line
Holier Than Thou
Cyanide
Blackened
Helpless
Trapped Under Ice
Turn The Page
The Prince
No Remorse
Fuel

Wherever I May Roam
Harvester Of Sorrow
Fade To Black

…And Justice For All

Dyers Eve

CD #1 e CD #2
Aúdio do DVD 1.

Características técnicas
Formato de tela: 16:9
Aúdio: PCM e DTS 5.1
Legendas: Espanhol, Português e Inglês.

Já em relação ao Blu-ray, aguardei o lançamento nacional que felizmente não deve nada ao gringo.
O conteúdo, por sua vez, é idêntico ao DVD 1 do box apresentado acima.


Detalhe da localização dos textos da parte impressa

Características técnicas
Formato de tela: 16:9
Aúdio: PCM e DTS-HD Master Audio 5.1
Legendas: Espanhol, Português e Inglês.

Avaliação
Sendo um colecionador tanto de DVD/BD quanto dos lançamentos do Metallica, fica difícil não recomendar este título.
 Não há nada que possa ser dito da performance da banda, que parece apenas melhorar com o tempo.

A qualidade de imagem tanto do BD quanto do DVD são espetaculares, embora a meu ver, o BD não apresente toda a qualidade que poderia ter (tomo como base um lançamento similar, do filme/show Flight 666 do Iron Maiden que apresenta uma imagem irretocável). Mas longe de ser ruim, pelo contrário, numa comparação direta com o DVD a qualidade é imensamente superior.
O áudio, por outro lado, não deixa qualquer espaço para questionamento, está bem distribuído por todos os canais e é um verdadeiro “tapa na orelha”.
Enfim, para quem é fã do Metallica, compre sem medo.

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Dica de promoção no Sub do DVD do leitor Dalmo Bandeira:

Diz o Dalmo -  Atenção: essa é a versão mais completa desse produto (2 DVDs + 2 CDs) e custa geralmente R$ 59,90. Comprando essa versão é o único jeito de se ter o segundo DVD, q contém 16 músicas extras tocadas nas 3 noites.

Blu-ray na Amazon.com:

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Blu-rays preferidos pelos leitores do BJC (todos com legendas em português brasileiro):

Dificuldades em comprar na Amazon? Visite o nosso Guia de Compras no Exterior!

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Guia Rápido de Projetores

Posted on 27 fevereiro 2010 by Julian Conde

Eletrônicos - Submarino.com.br

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O que são projetores?

Projetores são equipamentos sofisticados e complexos, que utilizam um conceito simples: usar uma luz forte pra projetar numa tela imagens em movimento. Agora, pra fazer isso direito, entra a complexidade de tipos de lâmpada, tipos de tecnologia, conversores, motores, lentes, enfim, são equipamentos complexos. Nesta matéria, vou explicar um pouco sobre quando e em que circustâncias se aplica a compra e instalação de um projetor, não basta apenas ser um aficcionado por cinema e querer uma tela grande. Muitos fatores influenciam o resultado final, que é esperado como um cinema e são esses:

  • Distância da Tela
  • Tipo de tela (4×3 ou 16×9)
  • Tipo de tecnologia ( LCD, CRT, DLP)

O último item explicarei melhor abaixo. Temos também o tipo de sinal que irá mandar ao projetor, influência de luz na sala, custo benefício, entre outros. Então não basta querer uma tela grande, temos que ter o ambiente certo, os equipamentos certos, e quase sempre, muito dinheiro pra fazer direito.

Como funciona cada tecnologia?

CRT ( Cathode Ray Tubes) – É o sistema mais antigo ainda em uso, mas está perdendo mercado devido ao excessivo tamanho e complexidade dos ajustes e preço. Eles são em contrapartida referência de qualidade de imagem. Três tubos, cada um com uma cor ( Azul, Verde e Vermelho ), cada um com sua luz própria, geram as cores básicas para fazer todo o espectro de cores na tela. A mistura de cores geram outras e assim por diante, passando por uma lente. Hoje em dia, Pixels são formados nas mesmas 3 cores pra gerar a imagem, cada pixel se compõe de azul, verde e vermelho. Se olhar sua tela de computador com uma lupa, irá perceber. Os ajustes precisos entre os 3 tubos, ou cores é muito complexo e demorado, geralmente deve ser feito por especialistas. Eu vi alguns Home Theaters com projetores CRT e o resultado é, simplesmente, o “cinema em casa”. Em conjunto com um sistema de som bom, uma sala com assentos confortáveis, não há porque não cobrar ingresso dos amigos.

Projetores CRT são caríssimos (é fácil encontrar modelos por 60, 80 mil dólares, até mais) e as marcas mais conhecidas são: Barco, Vidikron e Sony.

  • Vantagens:

-Vida útil (tubos de CRT geralmente mantém o nível de brilho original por até 10 mil horas em média);
-Definição de imagem (podendo chegar a 3200 x 2560 ). Um projetor CRT bem regulado, com uma fonte de qualidade como Blu-ray em 1080p filmado em 35mm é inigualável;
-Melhor nível de preto de todas as tecnologias em qualquer tipo de tela;
-Como nos velhos televisores, a taxa de atualização e resolução são variáveis, então material entrelaçado pode ser reproduzido sem a necessidade do processo de “desentrelaçamento”;
-Não apresenta o problema de arco íris, encontrado nos modelos mais simples de tecnologia DLP;
-Consegue gerar imagens maiores e melhores pelo custo x benefício, em comparação ao LCD e DLP;

  • Desvantagens:

-Preço (milhares de reais);
-Peso e tamanho, podem passar de 100kg;
-Ajustes são difíceis, demorados e extremamente complexos;
-Brilho total ANSI é menor do que os concorrentes LCD e DLP.

LCD ( Liquid Crystal Display) - São os mais comuns, fáceis de instalar e de preço mais acessíveis. O projetor de LCD utiliza uma lâmpada especial do tipo “Metal Halide“, que é um tipo de lâmpada da família HID (High Intensity Discharge), comum de se ver em carros importados e tuning. O sinal de imagem é enviado na frente da lâmpada em 3 painéis de poli-silicone, um pra cada cor (novamente o azul, verde e vermelho), e a medida que o sinal polarizado (uma combinação de polarizador, painel LCD e analizador) passa pelos painéis, pixels individuais são abertos ou fechados para deixar a luz passar ou não. A combinação dos pixels abertos e fechados reproduz a gama de cores e luz na imagem projetada.

Esse tipo de lâmpada é a melhor para projeção pois sua temperatura de cor e espectro de cor são ideais. A luminosidade gerada pode ser entre 1.500 e 20.000 ANSI Lumens. As lâmpadas de projetores com 15.000 ou mais lúmens são extremamente perigosas e caríssimas, já trabalhei com um projetor de 18K ( “K” é a abreviação de milhares no mundo dos Lumens inclusive, 1K = mil) na gravação de um DVD, que o projetor é transportado sem a lâmpada, e precisa ser instalado no local, e o local foi esvaziado, dois técnicos em roupas espacias de proteção entraram em cena com a lâmpada para fazer a instalação, pois a pressão dessas lâmpadas fazem dela praticamente uma bomba.  Essa foi uma cena inesquecível, já que o projetor tem o tamanho de um sofá de 2 lugares e pesa meia tonelada.

A quantificação de ANSI lúmens para projetores de Home Theater podem ser divididos em 3 segmentos: Entre 1.5k e 2.5k é o suficiente para salas pequenas, com telas pequenas e luminosidade controlada e baixa. Entre 2.5k e 4k são recomendados para salas médias, com telas maiores e com um ambiente de pouca luz. Acima de 4k, são recomendados para telas grandes, salas grandes e sem controle de luminosidade, podendo até serem usados em salas de conferência com a luz acesa. Uma coisa importante e uma regra é a quantidade de Lumens x tamanho da tela, porque você aumenta o tamanho da imagem projetada, mas não aumenta a quantidade de luz que sai do projetor, então, se pegar um projetor de 1.5k para fazer encher uma tela com 300 polegadas, a imagem vai ficar extremamente escura, sem foco e sem definição, mesmo num ambiente de luz controlada. Lumens é como cavalos vapor nos carros, melhor sobrar do que faltar quando for fazer a ultrapassagem.

Existe uma regrinha que mostra bem essa deficiência: a cada 25% a mais de imagem projetada (tamanho), o brilho é reduzido em 35%, um aumento de 40% no tamanho da tela reduz o brilho pela metade. A qualidade de imagem é ótima, e os mais recentes projetores aceitam imagens de até 4K de resolução (SXRD 4096×3072), mas com alto brilho e resoluções com essa, o preço pode chegar a U$ 175.000, como o novo JVC DLA-RS4000, com 10k de brilho e 10 megapixels de resolução, certificado THX. Por outro lado, projetores de LCD na faixa de 1.5k a 2.5k com resolução média de 800×600 (SVGA) ou até 720p (1280 x 720 WXGA) custam a partir de R$3.000. Hoje em dia, o único fabricante de chips LCD para projetores é a Epson, que é dona da tecnologia “3LCD” mas que existe em projetores de várias marcas. Um projetor com tecnologia 3LCD funciona dividindo primeiro a luz branca da lâmpada em três cores primárias (RGB), passando a luz por um filtro dicróico especial. Cada espelho dicróico só permite que específicos comprimentos de onda de luz passem, enquanto é refletido o restante. Desta forma a luz branca é dividida em três raios de cores primárias e cada uma é direcionada através de seu próprio painel de LCD.

  • Vantagens:

-Tamanho, peso e preço;
-Alto contraste e Brilho;
-Baixo consumo (nos models de baixa luminosidade). Modelos como os de 20k precisam de 380 Volts, mais de 100 ampéres, então mais lúmens, mais consumo;
-Ideal para instalação sem auxílio profissional, menus OSD, muitas conexões de entrada.

  • Desvantagens:

-A lâmpada gera a maior parte das desvantagens, como durabilidade ( entre mil e duas mil horas ), com custos entre R$500 e milhares de Reais cada.
-A lampada deve ser resfriada antes de desligar. Então o uso de um no-break é imprescindível para deixar a lâmpada com a ventilação própria no caso de uma queda de energia;
-A lâmpada perde luminosidade gradualmente, então a imagem vai escurecendo e amarelando aos poucos até que você perceba a hora da troca;
-Como qualquer LCD, pixels podem queimar e ficar aparecendo na tela, como um ponto preto ou branco, quanto maior a área projetada, maior o pixel visível na tela. Não há reparo em chips de LCD, um pixel queimado só se resolve trocando todo o processador;
-Como os pixels individuais são projetados em telas grandes, muitas vezes os “quadrados” dos pixels são perceptíveis a olho nu, no efeito chamado de “The Screen Door Effect“.

DLP ( Digital Light Processing) - É uma marca exclusiva e patenteada pela Texas Instrument. É a mais nova das 3 tecnologias mais comuns usadas em projetores, inventada em 1987. Existem dois tipos, o de chip simples ou de 3 chips, encontrado nos modelos High End, consequentemente mais caros. Nesse tipo de projetor, a imagem é criada por espelhos microscópicos num chip, chamdos de “Digital Micromirror Device” ou DMD. Cada micro espelho representa um ou mais pixels na imagem gerada, e normalmente a resolução é contada a partir do número de espelhos, como 1920×1080, são exatos 3 mil micro espelhos que geram a imagem. Esses espelhos são reposicionados rapidamente, o que gera os tons de cinza, ou contraste, controlados pelo tempo em cada posição. Para gerar a cor, uma roda semitransparente com as 3 cores básicas ou mais (novamente o verde, azul e vermelho) é colocada a frente dos espelhos, e gira de acordo com a imagem a ser gerada, colocando o verde a frente, ou o vermelho, até gerar a imagem completa. A roda gira numa taxa incrível de até 10x a cada frame (algo como 25 mil RPM) nos modelos mais novos e mais caros. É um sistema muito complexo.No modelo de 3 chips, um prisma é usado pra separar 3 raios de luz vindos da lâmpada, e cada uma das 3 cores são direcionadas ao seu próprio chip DLP, depois unidas e enviadas para a lente. Projetores DLP com 3 chips podem gerar até 35 trilhões de cores, que é muito mais do que conseguimos distinguir a olho nu.

A lâmpada usada é a mesma do LCD, consequentemente, podemos ter a mesma gama de Lumens. Novos modelos estão sendo apresentados com luz gerada por LEDs e Laser, tecnologia lançada pela Mitsubishi (Laservue) em 2008. A maioria dos cinemas digitais hoje em dia utiliza projetores DLP, inclusive os que geram 3-D. Projetores de LED e Laser dispensam o uso de lâmpadas, acabando com a maior desvantagem da tecnologia. Projetores DLP de chip único podem ser encontrados a partir de R$3.00o, e com 3 chips a partir de R$8.000.

  • Vantagens:

-Imagem excelente em Resoluções Full HD;
-Perfeita geometria de imagem e tons de cinza, contraste;
-Não sofre do efeito “Burn In”;
-Não sofre do efeito “Screen Door Effect” que afeta os projetores de LCD;
-Fácil manutenção e troca da lâmpada (mais que no LCD);
-Novos projetores de LED e Laser eliminam o uso de lâmpadas;
-Podem processar até 7 cores primárias, dando a melhor performance de cor;
-Não sofrem desgaste nenhum de cor ao longo dos anos, como no LCD que tende a amarelar a imagem;
-Pronto para tecnologia 3-D, inclusive pode-se usar 2 Projetores juntos para fazer uma imagem estereoscópica em sincronia.

  • Desvantagens:

-Os modelos top de linha com 3 chips, e Led ou laser podem custar centenas de milhares de dólares, assim como as outras tecnologias, quanto melhor fica, mais caro fica;
-Os modelos de chip único são bem inferiores aos de 3 chips, e podem sofrer um efeito vísivel de arco íris na tela, quando em modelos mais baratos e que a roda de cores gira a uma velocidade baixa;
-Um pouco maior que os LCD’s e precisam de mais ventilação, consequentemente mais barulhentos;
-Modelos de lâmpada sofrem as mesmas desvantagens citadas no LCD;
-Como no LCD, uso de No Break é obrigatório para quedas de energia, a fim de proteger a lâmpada.

Resumo:

Para ainda resumir o porque não é facil dar dicas de modelos, marcas e preços, tudo afeta o resultado final da imagem num projetor, luminosidade da sala (janelas, etc), tipo e tamanho da tela, distância do espectador e do projetor da tela, paralelismo obrigatório do projetor em relação a tela (devem estar centrados, perfeitamente, de frente um pro outro), tipo de sinal, tipo de Home Theater, espaço, enfim, milhares de variações são levadas em conta. Recomendo que um profissional seja consultado para poder dar a melhor instalação e custo possíveis. Fazer você mesmo pode ser um gasto de dinheiro sem o devido retorno com a qualidade esperada. Por outro lado, a experiência máxima de um HT é coseguida com um projetor e uma tela grande, como nos cinemas. Agregando a isso um som surround bom, sala controlada e bom senso, a experiência é igual ou melhor que nos cinemas, tirando as devidas proporções. O custo geral pra ser ter um projetor bem instalado é maior o que comprar uma TV de de LCD ou Plasma, e isso acaba sendo a escolha da maioria das pessoas que tem Home Theater.

Telas:

Existem centenas de fabricantes e tipos de tela, tensionadas, elétricas, de material x ou y, mas alguns fatos devem ser levados em conta. Hoje em dia, a melhor escolha é uma tela na proporção 16×9, já que é a cara do cinema, e todos os modernos projetores fazem esse formato nativamente. Testei muitos projetores quando trabalhei com instalações profissionais, e um fato curioso e desafiador, é que a melhor imagem é gerada numa tela escura, até preta, o contraste, o preto ficam insuperáveis. Muitas telas tem a opção de serem na cor cinza, até quase pretas para melhor contraste, e a diferença é gritante, faz a imagem de um projetor de LCD de 1.5k parecer com um DLP de 4k ou mais, é muita diferença, mas o preço para se ter uma tela cinza ou mais escura é luminosidade ZERO na sala, qualquer luz maior que um celular aceso estraga tudo. É muito crítico trabalhar com telas escuras, mas se pode controlar o ambiente, a imagem é significativamente melhor, só vendo pra crer. O tamanho da tela deve ser calculado pela distância do espectador, e depois calculado no tipo de projetor e lente a serem usados. alguns projetores tem limitações de tamanho pequeno de imagem, outros de imagens maiores. Telas podem ser elétricas e controladas por controles universais, ou controle próprio fornecido. Não há como dar dicas de tamanhos de tela sem saber o tamanho da sala, distância de visualização, tipo de sinal, luminosidade, etc.

Conclusão:

Visto que são tantos fatores e desafios para se ter uma tela de cinema em casa, a consulta de um instalador profissional é essencial para o melhor resultado. Eu particularmente não desejo uma sala com projeção, mas admiro salas e pessoas que resolvem dar esse passo “final” para a concretização da palavra cinema em casa. Deve ser levado em conta que por exemplo, uma TV top de linha como a Samsung LED série 8000 de 55″ custa por volta de R$11.000, e é grande o bastante para muitas salas, e com qualidade e tecnologia de ponta. Com esse preço compramos um projetor que dará uma tela maior mas não com mais qualidade nem mais brilho/contraste, já que pra se igualar a uma TV dessa, algumas centenas de milhares de reais serão necessários, como disse, projetores podem custar entre 2 mil reais e meio milhão de reais, fora a tela, instalação, manutenção (lâmpada) e cabos, que custam caro para longas distâncias, onde geralmente o projetor está no fundo da sala, e a fonte na frente, e um cabo HDMI de qualidade com por exemplo 15 metros pode custar em média 2 mil reais ( aumentando a preços estratosféricos com marcas e modelos melhores ), fora o amplificador de sinais HDMI necessário a partir de 5 metros de cabo.

Então o projetor se aplica quando a sala é grande e, logicamente, a vontade de ser ter tal expriência, mas agregadas a um preço alto, já que pra brigar com uma TV desse porte, o projetor não pode ser de entrada, fora os custos adicionais. É uma balança complicada, que desanima muitos, mas quem tem vontade, recursos e faz direito, tem a experiência máxima do cinema em casa.

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BD Resenha: Metallica – Live in Nimes “Français Pour Une Nuit”

Posted on 21 fevereiro 2010 by Julian Conde

Sobre a edição:

Tive conhecimento deste lançamento, até então exclusivo pelo site do Metallica (onde comprei meu exemplar) aqui no BJC, pelo post do nosso amigo “RiderJeff”, pela dica do leitor Carlos Habbermann em outubro de 2009. Na mesma hora que vi trechos do show no You Tube e fotos, não pensei duas vezes e fiz o pedido. Demorou quase 2 meses pra chegar da Inglaterra, mas finalmente aqui está. E posso dizer, é espetacular! Metallica em Blu-ray tem um encarte lindo, quase todo em francês e latim. O livreto interno é bem bacana e também tem tudo em francês e latim, com fotos preto e branco do show e integrantes da banda. O show foi gravado na Arena de Nimes em Julho de 2009, que é um anfiteatro romano, construido na época do imperador Augustus. O lugar é lindo, e tenho um gosto especial pelo local porque um dos melhores shows que eu tenho, de uma das bandas que mais gosto, foi também gravado lá, é o show Volkerball da banda alemã “Rammstein“.


Sobre a imagem:

Nada menos que espetacular. A qualidade de captação e autoração se supera a cada dia, está absurdamente nítida nesse show. O visual antigo da arena com o palco aberto para todos os lados (comum nos shows deles desde o primeiro DVD ao vivo, o espetacular “Cunning Stunts“, que é um marco no quesito show em DVD pra mim) fazem um visual incrível. O palco é limpo, apenas com os instrumentos, paredes baixas de amplificadores e alguns poucos moving lights e aparatos de pirotecnia. Não há defeitos, não há nada pra reclamar do vídeo, captação, visual do show em si e a autoração IMPECÁVEL. Os efeitos pirotécnicos ocasionais são muito bem cronometrados com as músicas e fazem parte do show. Não é apenas fogo e faísca pra todo lado (o que também é divertido)! Detalhe visual para a guitarra de Kirk Hammet com a impressão de Boris Karloff no papel da Múmia. O vídeo é material de referência em qualidade e roda com Bit rate alto de 35 Mbps em média, formato de 1.77:1 e é Region Free (All).

Capturas:

Sobre o áudio :

Nada menos que espetacular também! Eles conseguem ao mesmo tempo ter a nitidez e separação de cada guitarra (Hetfield no canal esquerdo, e Hammet no canal direito ), cada acorde, e ao mesmo tempo encher a sala com uma massa de rock and roll absurda e massiva, com muito uso dos canais surround, é guitarra na orelha! O audio realmente me impressionou, não esperava tanta clareza, peso e qualidade de captação num show que era pra ser barulhento e sujo. Posso reclamar um pouco do som do público que é muito alto na mixagem, e acaba tomando conta nos intervalos entre as musicas, dando uma fadiga desnecessária, mas que é bem vinda quando a platéia canta junto. Particularmente também não gosto do Lars Ulrich na bateria, não gosto muito da sua pegada, dele como músico (acho ele muito duro, mecânico), nem do som que geralmente sai das mixagens de bateria dos shows e discos ao vivo do Metallica. Nesse show, a bateria é uma obra de arte como instrumento, uma Tama Starclassic linda, que soa muito bem, captada por excelentes microfones, mas pelo que acompanho dos shows ao vivo do Metallica, o Lars coloca a mão na mixagem pra tirar esse som característico dele, que é um Chimbau (ou Hi Hat, ou Contratempo) agudo e duro demais, que não me agrada, e um som de bumbo com muito kick e pouco peso, grave. No show de Nimes o Chimbau continua detestável pra mim, mas o bumbo agregou o grave que faltava ao kick tradicional que Lars gosta. Isso resulta num peso no bumbo que toma conta da mixagem, e da sala, a bateria está no seu lugar de pilar da mixagem, como deve ser, ainda mais num show de rock. O James e os outros integrantes usam um microfone curioso pra cantar que é o Shure 55SH, que não casa bem com muito volume, ele é basicamente o Famoso Shure SM 58 com uma carcaça diferente, maior, e com mais chance de ressonância e reverberação interna, mas está casando bem com a mixagem, salvo alguns agudos raros fora do normal que mostra a fraqueza do microfone escolhido. O áudio está disponível em DTS HD Master Audio 5.1 (Bit rate médio de 5/6 Mbps ), e PCM estéreo. Em resumo, pra quem como eu gosta de alto e bom som e da banda, este show é imperdível, e quem tem um Home Theater legal vai ver e ouvir uma experiência impecável, em todos os quesitos.

Conclusão:

A maior e melhor supresa audiovisual que tive esse ano na coleção. O preço acima da média pra um Blu-ray, a demora na entrega, foram recompensados com um show incrível, que me fizeram ter certeza que cada centavo que gastei no Home Theater valeram a pena. Os extras incluem entrevistas e 5 vídeo-clips da banda. O formato dos extras é de 4:3 e trilha em Dolby Estereo. O show já saiu do status de exclusivo pelo site do Metallica, e já está a venda em grandes lojas como a Amazon.

Recomendo MUITO !

Set list :

# Blackened
# Creeping Death
# Fuel
# Harvester Of Sorrow
# Fade To Black
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# Sad But True
# One
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# Enter Sandman
# Stone Cold Crazy
# Motorbreath
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Blu-ray na Amazon.fr:

Blu-ray na Amazon.uk:

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DVD Resenha: Genesis “When in Rome”

Posted on 19 fevereiro 2010 by Julian Conde

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Sobre a edição:

Este show espetacular do Genesis em DVD vem num box Digipak com luva com uma textura e acabamento espetaculares. Está entre as melhores embalagens de shows que eu tenho na coleção. Toda a arte é fosca, muito bem impressa. Dentro encontramos o encarte enorme (acho que mais de 12 páginas) e ainda um mini poster dobrável no meio, com uma panorâmica do palco todo. Logo no meio estão os 2 DVDs e na ultima aba, um envelope com o DVD do documentário da turnê.

Sobre a imagem:

Este é um dos mais absurdos palcos que eu já vi. A iluminação e os painéis de LED que cobrem todo o fundo do palco num desenho bem diferente são impressionantes. O sincronismo entre as imagens, a definição e o conteúdo fazem um show a parte. É também um dos palcos mais caros que já fizeram turnê, já que todo o equipamento é de ponta e o palco é enorme, então muito de muita coisa cara pra fazer bonito. Diz-se na “radio pirata” interna do show business nacional que este show não veio ao Brasil porque este palco em particular não cabia no Maracanã. O sistema de luz em conjunto com os painéis de LED fazem bonito. A qualidade da imagem está ótima, sinto apenas meio “nublado”, como se tivesse uma névoa de fumaça em todo lugar, mas que não acontece em shows a céu aberto. Existem shows com muito mais qualidade de imagem em DVD ( Robbie Williams -- Live At Knebworth, Pink -- Live in Europe), mas com um palco tão rico, e tantos outros elementos de encher os olhos (torres de luz, de som, etc) você acaba tendo uma experiência maior do que o DVD consegue reproduzir tecnicamente, mas se atentar aos detalhes, verá que podia ter sido melhor transferido. A banda em si é excelente, com 2 baterias em cena, sendo a DW exclusiva do baterista Chester Thompson Folheada a ouro, linda. A imagem é no formato 1,85:1, e tem um Bit rate constante durante todo o show. Este com certeza é uma apresentação que se beneficiará muito com o lançamento em Blu-ray, mas que não existe previsão ainda.

Sobre o áudio:

No quesito áudio, temos uma série de altos e baixos, prós e contras, que infelizmente estragaram minha experiência. O DVD vem com DTS raríssimo em 5.1 96khz 24 bits (EM DVD!) e tem uma resolução bem alta. Acho que é o único DVD vídeo que tenho na coleção com esse formato, mas sei de outros poucos por aí, a maioria de óperas e apresentações de orquestra, musica clássica. Também temos as opções de audio estéreo PCM e DD 5.1 comum. Vamos aos problemas: a captação, execução e resultado sonoro do show é espetacular, a gravação é das melhores que existem por aí, cada timbre, cada instrumento está em seu lugar. O problema que ocorre é musical pois, eu que gosto de ouvir shows em volume de acordar defunto, me decepcionei quando com frequência entra um tom grave absurdo na música, proveniente do teclado ou sequencer, que estraga toda a musica, todo o som. O grave toma conta de tudo, e é tão desproporcional que tive que abaixar o volume diversas vezes, até que cansei e desisti de terminar de assistir o show. Quando não temos esse grave proposital, temos um grave também terrível quando estão tocando as duas baterias juntas, não sei se a soma dos graves de bumbo ou de ressonância de alguma coisa, mas o grave é chato, fora do normal e acaba com toda a experiência. Tirando esse grave, tudo está muito bem captado, e com um peso no bumbo do Chester Thompson maravilhoso, só estraga mesmo quando Phil Collins resolve sentar a bateria. Ele, na minha opinião, como baterista é um ótimo cantor, e deveria ter ficado apenas na modalidade vocal. Queria tanto ver esse show inteiro sem esse grave, mas após 8 ou 9 musicas pilotando o volume pra não judiar demais do meu subwoofer, desisti. É uma pena, musicalmente esses “inserts” de graves aleatórios não combinam com o Genesis, é coisa de musica eletrônica, no máximo engulo no Nine Inch Nails, Marylin Manson, etc. Há uma vaga possibilidade de ser um problema de autoração, da mixagem final pra autoração do DVD, mas acho difícil, em todo caso não custa torcer pra não existir esse problema arrasador numa versão futura em Blu-ray.

Conclusão:

O show vale pelo visual, performance da banda, repertório (todos os grandes sucessos estão no show) e encarte acima da média. Mas pra curtir um show desse, com tantos recursos visuais, num Home Theater, tem que ter um volume considerável, e isso acaba sendo impossível pelo grave fantasma que domina a maioria das musicas, e acaba com a experiência. Quem for fã da banda, e colecionadores vão se apegar no “resto” todo como encarte, apresentação, muitos extras (documentários, interação durante a reprodução em todas as faixas, fotos, etc). Mas eu, como me apego principalmente na qualidade técnica do som, fiquei decepcionado. Tenho vários shows que o audio é fora de escala de espetacular, e a imagem é ruim ( como o Sade “Lovers Live”) e pra mim está bom, audio é o que importa, tecnicamente e musicalmente, mas quando temos agregado a isso ótima imagem e um visual incrível fazem um show marcante. Consigo assistir um show ruim de imagem e bom de som, mas não o contrário, então esse DVD do Genesis deixa a desejar pra quem curte ouvir o famoso “alto e bom som”.

Conteúdo do DVD:

Faixas DVD 1

01. Dukes Intro
02. Turn It On Again
03. No Son Of Mine
04. Land Of Confusion
05. In The Cage MedleyIn The Cage, Cinema Show, Dukes Travels
06. Afterglow
07. Hold On My Heart
08. Home By The Sea
09. Follow You Follow Me
10. Firth Of Fifth
11. I Know What I Like ( In Your Wardrobe )
12. How Does Duke’s End End? -- Extras
13. We’re Gonna Take It Up A Bit -- Extras
14. Plugged In. Turned On. On the Edge -- Extras
15. Minimal Confusion -- Extras
16. Tony Changed His Mind -- Extras
17. We Need More Lights -- Extras
18. Counting The Bars To ‘Heart’ -- Extras
19. Working On Home -- Extras
20. Mike Wants Phil’s ‘Feel’ On Drums -- Extras
21. From ‘G’ To ‘G’ On ‘Firth’ -- Extras
22. Time To Dance -- Extras

Faixas DVD 2

01. Mama
02. Ripples
03. Throwing It All Away
04. Domino
05. Conversations With 2 Stools
06. Los Endos
07. Tonight Tonight Tonight
08. Invisible Touch
09. I Can’t Dance
10. Carpet Crawlers
11. Bring The Pitch Down Like Elton -- Extras
12. ‘Acoustic’ Ripples -- Extras
13. ‘Throwing It All’ Down -- Extras
14. Tony Talks About His Inspiration -- Extras
15. The Drum Duet -- Extras
16. Not A Period Piece -- Extras
17. Invisible Key -- Extras
18. Phil, Tony & Mike, And Phil & Mike -- Extras
19. Singing Along -- Extras

Faixas DVD 3

Documentário ‘Come Rain Or Shine’

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DVD na Videolar:

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DVDs recomendados pelo BJC no Submarino:

Box com 5 DVDs em Digipak DVD duplo, Digipak e com aspecto correto DVD duplo, enluvado, com todos os extras legendados DVD duplo, Digipak

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BD Resenha: Distrito 9 (Brasil)

Posted on 15 fevereiro 2010 by Julian Conde

Apresentação:

Como não vi Distrito 9 nos cinemas, fui ver em Blu-ray sem grandes expectativas. Tinha visto o trailer , uns comentários de amigos “ah, é sua cara”, mas não tinha certeza que alienígenas na África me conquistariam. Pra mim, tem certos elementos que fazem um filme nota 10, que compensam até uma história ruim, final ruim ou qualquer outra falha, que são os elementos “sangue, artilharia e seres estranhos”. Esse filme tem os 3 e muito! O filme demorou pra pegar minha atenção, o começo é meio devagar, cheio de entrevistas que nos mostram um pouco do porque tem milhares de alienígenas vivendo em favelas no meio de Joanesburgo. Depois que o filme esquenta, não pára mais e me pegou pra valer, você acaba simpatizando com os personagens e com a história.

Sobre a imagem:

Um dos poucos filmes gravados com a super câmera “Red One” de super 35mm com resolução de 4k a 30 frames por segundo, e que grava até 120 frames por segundo em 2K. É a mais nova sensação do mundo do vídeo e filmes em alta definição. É realmente um marco no mundo técnico do cinema. Estive na gravação do DVD do Gilberto Gil “Bandadois” em São Paulo, e foram usadas câmeras Red One, pude ver de perto as máquinas, e o resultado cru nos monitores de video assist (que também são da marca Red, que aliás, faz tudo, desde a câmera em si até lentes, baterias, monitores, cabos, etc ). É impressionante, tudo é de uma qualidade de construção e atenção aos detalhes que fazem valer cada centavo dos milhares de dólares que custam cada câmera, lente e etc. É como estar olhando para um carro esportivo, pra quem gosta. O uso das Red One resulta numa qualidade absurda de imagem, com cores, profundidade e definição das melhores que eu já vi em Blu-ray. É de dar dor de cabeça para as milionárias e raríssimas (acho que só restam 4 no mundo) câmeras IMAX de 75mm usadas no filme “Dark Knight”, mas não se enganem, a melhor imagem que existe por enquanto em Blu-ray hoje são as sequências IMAX 1,85:1 do filme do homem-morcego. Juntamente com o CGI (Computação Gráfica) estado da arte dos alienígenas e efeitos especiais, o filme é visualmente deslumbrante, e pouco depois que começa a esquentar com tiroteios, sangue e muitas explosões, quem tem um equipamento de Home Theater bacana, vai se deliciar, mesmo que não seja um gênero ou uma história popular e pra todos os gostos. O filme tem um Bit rate constante e alto entre 28 e 32 Mbps, e o formato de 1,85:1 é espetacular, já que preenche toda a tela widescreen.

Bit rate do Blu-ray americano. O nosso não deve ser tão diferente.

Outro detalhe do uso de câmeras digitais sem película é a significativa redução de granulação da imagem, que é comum em película, e na minha opinião dá uma cara de má qualidade as cenas, salvo quando propositais como Michael Mann usou em Miami Vice, todo gravado em Digital. Estaremos vendo cada dia mais diretores saindo da película e entrando no mundo digital para fazer filmes, mas também, com máquinas assim, quem os culpa? Alguém aí ainda tem máquina fotográfica de filme?

Clique nas capturas e veja você mesmo:

Mais imagens lá no DVD Beaver!

Sobre o áudio:

Temos entre as opções de trilhas, o inglês e português 5.1 DTS HD, e legendas também. Obviamente temos outros idiomas como Russo Ucraniano, mas não vem ao caso. A trilha que escolhi, obviamente é a Inglês DTS HD é espetacular, o Bit rate entre 4 e 5 Mbps. Tiros, explosões e muito uso dos canais surround, com helicópteros, alarmes e todo tipo de som ambiente. O áudio está impecável juntamente com a imagem, o que faz você se prender ao filme, como disse antes, mesmo não indo com a cara dos alienígenas logo de princípio. Quando entra em cena as armas alienígenas e o “robozinho”, pra gente como eu que gosta do som de artilharia, é espetacular, grave e muito definido, enche a sala e assusta os vizinhos com certeza. O vocal também está muito bem definido, e você raramente nota a trilha sonora interferindo nas cenas espetaculares de ação, coisa que eu não gosto particularmente, de ter música abafando som de metralhadora! Cito como exemplo magnífico o filme “Onde os Fracos Não Tem Vez” que não usa música ou trilha sonora em nenhum momento do filme, achei magnífico. No Distrito 9 a música está no seu devido lugar, com algumas cenas com trilha de música africana, muito bacana.

Sobre os extras:

Nos extras temos comentários do diretor e do produtor Peter Jackson,imagens da cidade “Distrito 9″, mapas interativos, cenas excluídas, trailers, BD Live, enfim, tudo que tem direito. Tudo está em HD, algumas com menos qualidade, talvez de uma câmera como DV de 720p , mas tudo em HD. É extra que não acaba mais!t

Conclusão:

Um filme que não dei muito valor, até passar dos 30 minutos, tudo muda, você é puxado pra dentro da história, simpatiza com os personagens, e se tem um sistema de Home Theater, a experiência está completa. Distrito 9 em Blu-ray tem qualidade de imagem e áudio de encher os olhos e a sala, muito tiro, muito sangue (gosto pessoal) fizeram deste filme em Blu-ray uma compra certa.

O filme concorre a 4 Oscars ( Melhor Filme, Edição, Efeitos Visuais e Roteiro Adaptado) e com certeza vai dar trabalho pro Avatar no quesito Efeitos Visuais.

Recomendadíssimo, inclusive pra impressionar os amigos com seu Home Theater!

Blu-ray na Videolar:

Blu-ray no Submarino:

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Blu-rays preferidos pelos leitores do BJC (todos com legendas em português brasileiro):

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Blu-ray resenha: Ritchie “Outra Vez Ao Vivo No Estúdio”

Posted on 20 janeiro 2010 by Julian Conde

Recebi a informação do Jotacê pelo telefone, que me incubiu de fazer a resenha do primeiro título de Blu-ray gravado, produzido e fabricado no Brasil. É uma grande responsabilidade, já que é um lançamento e pioneiro em tantas coisas. Vou ser bem detalhista e comentar pontos que geralmente não coloco na resenha, como capa, encarte, acabamento, menu, etc.

Sobre a edição:

Na capa está uma montagem de fotos do estúdio Visom (onde foi gravado, Rio de Janeiro), com partes do console de gravação e o Ritchie em contraste com um spot de luz alaranjada, em frente ao precioso microfone Blue Kiwi. A Contracapa mostra mais fotos da gravação, junto com a lista de músicas, ficha técnica e detalhes técnicos do Blu-ray. Nessa ultima parte notei um erro de digitação, onde deveria dizer “Tempo Aproximado de Programa”, está escrito assim: “Tempo APROXAIMDO do Programa”, isso é um erro pequeno, mas que provavelmente estará em todas as cópias do primeiro lote. A impressão no disco em si parece um pouco borrada, não sei se é proposital. No geral, a capa e contra capa estão ótimas, com fotos definidas e uma arte chamativa. O menu do disco é bem claro, com música em loop e fontes compatíveis com a proposta. Não gostei do “X” para sair dos menus de áudio, extras, etc, que parece fonte de MS-DOS, meio sem criatividade. O disco inclui nos extras uma musica e o making of .

Sobre a imagem:

A Gravação em em Full HD 1080p (1.78:1) não deve nada para produções internacionais, está impecável em quase toda sua extensão, mas tem algumas quedas de bitrate e foco, que na minha opinião é de alguma câmera mal calibrada ou diferença entre modelos/marcas de câmera. Existem momentos em que a imagem fica desfocada, dando também a impressão de não ser 1080p, talvez seja proposital, uma camera de outro formato, tipo e definição, o que é comum em shows e gravações, mas nesse caso parece simplesmente que a imagem está fora de foco em alguns momentos. Mas não compromete a qualidade geral do vídeo, que anda na média de 15 Mbps, razoável para um ambiente escuro como o em questão. O estúdio Visom tem uma sala bem cuidada e com pequenos detalhes, acabou virando o palco de uma gravação ao vivo em estúdio, ou seja, as musicas são gravadas com todos os músicos, instrumentos juntos e em sequência (na teoria), o que faz que seja um show sem público, em um ambiente controlado. Pelo mesmo motivo, a imagem talvez canse um pouco antes do esperado, já que a maior parte do tempo as cenas são do Ritchie e o microfone, alternando com a banda. Em um show ao vivo temos outros elementos que dão mais dinâmica ao vídeo, como público, dança, efeitos, etc. Foi usado também uma tela e efeitos de “Moving Lights” para dar um fundo a gravação, como na música “Nesse Avião”, há uma imagem de nuvens e céu ao fundo. Os cortes, detalhes e ângulos são bons, tudo bem enquadrado e com a ajuda de uma Steadicam, as imagens em movimento são ótimas. A imagem está no geral cristalina, bem capturada, e dá a sensação de estarmos vendo uma produção de primeira, como as “gringas”.

Sobre o áudio:

Nesse quesito, vou deixar bem claro duas coisas, existe o áudio capturado e gravado no estúdio e existe o resultado sônico do Blu-ray como mídia, ou seja, uma coisa é como foi gravado, com os equipamentos, gosto do técnico/artista, e outra coisa é como essa gravação chega aos nossos ouvidos, como ela foi “moldada” pra chegar a nós. Não sou fã de gravações em estúdio, acho que falta vida, é tudo muito certinho, e por conviver muitos anos nesse meio, aprendi que vários truques são usados o que tira a realidade da performance. Hoje em dia mais ainda. O áudio está muito bem captado, os instrumentos são de qualidade, equipamentos de ponta ( como o console Euphonix de gravação, o microfone Blue, o pré-amplificador valvulado Avalon no baixo, etc) o que faz um resultado sônico de alta qualidade e definição, uma Ferrari a disposição de um piloto, basta ter um bom piloto. Mas é aí que pega alguns detalhes, como a própria voz do Ritchie, que em alguns momentos é notória a técnica de “Overdub”, para “dublar” alguns trechos. A palavra dublar aqui é usada ao contrário, porque a técnica de “Overdub” é cantar e gravar por cima do que já foi gravado, ou seja, sobrepôr a voz, para melhorar ou modificar a gravação original que por qualquer motivo não está satisfatória. Isso é claramente perceptivel nas músicas que o Ritchie toca violão ou guitarra, e quando ele está cantando e vira o rosto para olhar para os acordes, a voz continua na mesma intensidade, timbre. Isso seria quase impossível de acontecer, com um microfone tão crítico, e obviamente vemos a pessoa virar pro lado e a voz continua como se estivesse a frente do microfone, sem mudança nenhuma. Em alguns momentos também notam-se erros pequenos de lipsync, onde o “Overdub” não casou 100% com a imagem original, da gravação original. Isso pode ser ainda ( acho improvável) um pulo ou erro de sincronismo de audio e vídeo pelo timecode, mas não acho que é o caso. Isso dá uma sensação de que estamos vendo o Ritchie, mas em nenhum momento ele está lá cantando ao vivo com a banda. O mesmo acontece nos momentos em que ele toca flauta. A bateria, que sempre digo que é o pilar da gravação, está distante na mixagem, e muito velada na caixa e nos pratos (overs), eles nunca estão presentes e soando toda a harmonia que têm, pelo menos não ouvimos, já que a compressão da gravação ou por gosto ou por excesso não deixa a caixa soar, nem os pratos. O uso do surround é razoável, muitos loops de teclados (“na cara” demais em alguns momentos) e eletrônicos, e alguma coisa da bateria. Tudo isso, pode ser uma escolha do proprio artista, do técnico ou do produtor, já que a mixagem é acompanhada por todos geralmente, e nesse ponto, juntamente com a masterização, são definidos a posição de cada instrumento, a profundidade, a compressão, o timbre, etc. Então o que pra mim não é agradável de ver e ouvir, e parece errado, pode ter sido feito propositalmente, por escolha de qualquer um dos citados acima. Independente disso, a qualidade de áudio é excelente, com timbres bem definidos de voz, guitarra e saxofone que aparece em algumas músicas. O áudio vem nas opções de LPCM 2CH 96KHZ 24BITS e LPCM 5.1CH 48KHZ 16 BITS, além do Dolby Digital 5.1. A melhor opção pra se ouvir é a LPCM, que tem uma amostragem maior, e na minha opinião combina com a característica de estúdio, a proposta do Blu-ray. O 5.1 LPCM vem em segundo, andando na média de 6.9 Mbps ( relativamente alta pra 16 bits) mostrando uso das caixas surround com frequência, mas bagunçando um pouco o palco sonoro da bateria.

Conclusão:

Para nosso primeiro Blu-ray, não estamos devendo nada pros gringos, a autoração é de primeira linha, o conteúdo está bem desenvolvido, imagem cristalina. E pra quem é saudoso do Ritchie e seus sucessos dos anos 80 como “Menina Veneno”, e também de bons covers como “Mercy Street” de Peter Gabriel é uma ótima pedida. O fato de alguns aspectos da gravação não me agradarem, como eu disse antes, nada tem a ver com a qualidade final do produto, já que esses aspectos podem ter sido intencionais, mas que não agradam meu conhecimento técnico de gravações.

Recomendo!

Link para o Blu-ray na Saraiva:

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Blu-ray resenha – 2010: O Ano Em Que Faremos Contato

Posted on 01 janeiro 2010 by Jotacê

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Baseado na obra de Arthur C. Clarke escrita em 1982, o filme “2010: o ano em que faremos contato” (subtítulo que não estava presente na obra nos cinemas) é a primeira sequência do insuperável “2001: Uma Odisséia no Espaço”. O filme foi lançado pela Warner em Blu-ray no final de 2009 no Brasil, numa edição que já estava mais do que na hora de aparecer por aqui (é o mesmo disco da edição lançada nos EUA).

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Capa do Blu-ray “brazuca”

Sobre a edição:
Em DVD existe uma edição mequetrefe de setembro de 2000 em camada simples e não anamórfica, agora compensada por um BD de camada dupla que é obrigatório para quem é fã de ficção científica, mas nada descomunal em termos de apresentação ou extras (o que é uma pena).

Sobre a imagem:
O disco tem bit rate médio de 31,18 Mbps, resultando numa boa imagem (ainda por cima se formos considerar as autorações da Warner), com cores mais vibrantes e mais verdadeiras que no antigo DVD.

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Mais imagens no
Cinemasquid

Sobre o áudio:
O áudio original está em Dolby True HD, opção da Warner que tem uma qualidade considerável sendo, sem dúvida alguma, a mais envolvente do que qualquer outra versão anteriormente lançada. Como 2010 é um filme de 25 anos de idade, os efeitos são discretos e sem muita profundidade. Ainda está presente uma trilha Dolby “normal” 5.1 em inglês (?) e  o áudio em português (mono) entre outras.

Sobre os extras:
“A Odisséia Continua” é um making de 9 minutos em SD não muito profundo mostrando alguns detalhes de como os efeitos especiais foram construídos pela equipe, introduzidos pelo autor Arthur C. Clarke (curto mas vale a pena ser visto). O trailer de cinema também está em SD. Nenhum dos dois extras possui legendas em português.

Ficha técnica:

Região: LIVRE
Duração: 1:55:54.989
Tamanho total: 28060464292 bytes
Filme: 27107850240 bytes
Bitrate: 31,18 Mbps
Capítulos: 32
Estojo: Blu-ray Case
Formato de tela: 2.35:1
Resolução: 1080p
Video codec: VC-1 Video

Trilhas de áudio:

Inglês Dolby TrueHD 5,1 (48 kHz / 16-bit / 1408 kbps)
Inglês Dolby Digital 5.1 (640 kbps)
Francês Dolby Digital 5.1 (640 kbps)
Alemão Dolby Digital 5.1 (640 kbps)
Italiano Dolby Digital 5.1 (640 kbps)
Japonês Dolby Digital 1.0 (192 kbps)
Português Dolby Digital 1.0 (192 kbps)
Castelhano (espanhol) Dolby Digital 5.1 (640 kbps)
Espanhol (América Latina) Dolby Digital 2.0 (192 kbps)

Legendas:

Inglês, francês, espanhol, dinamarquês, holandês, finlandês, alemão, italiano, norueguês, português, sueco

Extras:

Featurette: A Odisséia Continua (9:20 em SD) e Trailer de Cinema

Áudio dos extras: Dolby Digital Inglês 2.0
Legenda dos extras: Inglês, Espanhol, Francês, Alemão, Italiano (apenas selecionando informações especiais)

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Blu-ray na Videolar (na data de publicação deste post R$59,90):
2010-blu-ray-capa

Blu-ray na Amazon.com (legendado em português) R$38 já com o frete:

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Edições Especiais de Carlitos em DVD

Posted on 31 dezembro 2009 by Fabrício Lopes

DVDs - Submarino.com.br

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Ele foi provavelmente o maior artista do século passado. Seu rosto é conhecido nos quatro cantos do mundo. Com seu andar inconfundível, um bigode, um chapéu e uma bengala, Chaplin até os dias de hoje encanta com seus filmes que vão de comédias despretensiosas à criticas severas ao capitalismo desumano nos Estados Unidos e ao Nazismo de Hitler.

Após anos de lançamentos em diversos formatos em Home Vídeo, o adorável vagabundo não tinha uma coleção digna de sua obra. Mas em 2003 após um trabalho de restauração minuncioso e a parceria entre a empresa francesa MK2 e a Warner Home Vídeo, foi lançada a Coleção Chaplin. Essa coleção foi trazida ao Brasil em três boxes, com 9 filmes, 7 curtas e um documentário sobre a vida do ator, distribuídos por 20 discos repletos de materiais extras. Posso afirmar que é um dos trabalhos mais completos que já vi sobre um artista, pois a coleção abrange toda a carreira do mesmo e traz vídeos de época, documentários sobre os filmes e carreira, trailers e uma curiosa descoberta. Vídeos em cores e em excelente qualidade feitos pelo irmão de Chaplin, Sidney feitos durante as filmagens de O Grande Ditador. As coleções Chaplin foram lançadas no melhor padrão Warner de 2003. Todos em boxes Rigesa, cada filme em Digipak com luva Rigesa e replicação Videolar. Todos os títulos estão em seu aspecto original em 1.33:1 e tiveram as trilhas sonoras masterizadas em 5.1 Dolby Digital e com o áudio original em 1.0 monaural. O ponto mais negativo da coleção são as legendas, pois todo o processo de autoração foi feito na França e a tradução está pouco fiel ao que é falado nos documentários e ao que está escrito nos entretítulos, mas nada que estrague esse item de coleção obrigatório a qualquer cinéfilo. A seguir as espeficicações contidas nos estojos de todos os DVD da coleção.

Lombadas

Lombadas dos Boxes

Tempos Modernos Box

Tempos Modernos – Luva mais Digipak duplo por dentro

Luzes da Cidade Box

Luzes da Cidade – Luva mais digipak duplo por fora

Charlie Box

Charlie: Digipak Simples por fora mais luva

Verdoux Box

Monsieur Verdoux – Luva mais Digipak simples por dentro

Coleção Chaplin – volume um

Coleçãoo Chaplin Volume 1

Tempos Modernos (Modern Times) – 1935

O filme é a crítica pessoal de Chaplin à era das máquinas e as linhas de montagem.

Tempos Modernos t1

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Disco 1:

  • Restaurado Digitalmente do filme da Cineteca de Bologna.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1 e Mono Original

Disco 2:

  • Chaplin Today – Tempos Modernos – 26 minutos

Documentário de Philippe Truffaut com a participação de Luc & Jean-Pierre Dardenne.

  • Prefácio – Introdução de David Robinson – 6 minutos

O biógrafo de Chaplin insere o filme em seu contexto histórico e cinematográfico.

  • Cena Cortada – 5 minutos

A música nonsense de Charlie em sua versão completa, incluindo o verso final. Também: uma cena em que Charlie tenta atravessar a rua.

  • Karaokê – 3 minutos

O mistério da música nonsense de Charlie solucionado em sua versão Karaokê.

  • Smile, por Liberace (1956) – 4 minutos

Uma das mais famosas músicas de Chaplin, Tema de Tempos Modernos, cantada por Liberace.

  • Nos Bastidores da Era das Máquinas (1931) – 42 minutos

Filme educativo patrocinado pelo Governo Americano: um hino ao trabalho de linha de montagem nos Estados Unidos nos anos 30.

  • Simphony in F (1940) – 9 minutos

Um filme musical promocional comissionado pela Ford, cujas linhas de montagem inspiraram Tempos Modernos.

  • Por primeira vez (1967) – 10 minutos

Um curto documentário cubano sobre a reação dos camponeses enquanto assistiam a um filme pela primeira vez, graças ao projetista nômade que mostrava Tempos Modernos.

  • Galeria de Fotos

250 fotos da produção, cenas deletadas e desenhos preparatórios.

  • Cartazes do Filme
  • Trailers – 6 minutos
  • Cenas dos Filmes da Coleção Chaplin – 23 minutos

O Grande Ditador (The Great Dictator) – 1940

Chaplin faz uma sátira ao Ditador Alemão Adolf Hitler e apresenta de forma leve os horrores do Holocausto.

O Grande Ditador

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Disco 1:

  • Filme Original Remasterizado Digitalmente pertencente ao acervo da família Chaplin.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1 e Mono Original.

Disco 2:

  • “The Tramp and the Dictator” Documentário – O Vagabundo e o Ditador – 55 minutos.

Um documentário de Kevin Brownlow e Michael Kloft, que faz um paralelo entre as vidas de Hitler e Chaplin, nascidos na mesma semana e no mesmo ano.

  • Making Of – Cenas de O Grande Ditador – 25 minutos.

Takes do set de filmagem recentemente descoberto (Colorido).

  • Carlitos e o Barbeiro (1919) – 7 minutos.

20 anos antes de O Grande Ditador, uma cena filmada por Chaplin para seu curta Sunnyside, mas deletada do filme final.

  • Trechos de Mounsieur Verdoux (1947) – 3 minutos.
  • Cartazes do Filme.
  • Cenas dos Filmes da Coleção Chaplin – 23 Minutos.

Em Busca do Ouro (The Gold Rush) – 1925 / 1942 (As duas versões)

Sátira sobre a corrida do ouro no início do século XX. O DVD traz as duas versões, a versão muda de 1925 e o corte do diretor de 1942, com narração e dublagem do próprio Chaplin.

Em Busca do Ouro

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Disco 1:

  • Filme Original Remasterizado Digitalmente pertencente ao acervo da família Chaplin.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1 e Mono Original.

Disco 2:

· Chaplin Today – Em Busca do Ouro – 26 minutos.

Documentário de Serge Le Péron com a participação de Idrissa Quedraogo.

· Prefácio – Introdução de David Robinson – 6 minutos.

O Biógrafo de Chaplin insere o filme em seu contexto histórico e cinematográfico.

· Em Busca do Ouro – Versão Original muda do filme (1925) – 96 minutos.

Pela primeira vez em DVD, a versão completa e original, restaurada por Kevin Brownlow e David Gill, especialmente acompanhada no piano por Neil Brand, usando melodias da compilação do filme original de Karli D. Elinor.

· Galeria de Fotos

250 fotos da produção e fotos históricas da verdadeira “busca pelo ouro”.

· Cartazes do Filme

· Traillers – 6 minutos.

· Cenas dos filmes da Coleção Chaplin – 23 minutos.

Luzes da Ribalta (Limelight) – 1952

Comediante que fizera sucesso no passado passa ajudar uma garota após salvá-la de uma tentativa de suicídio.

Luzes da Ribalta

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Disco 1:

  • Filme Original Remasterizado Digitalmente pertencente ao acervo da família Chaplin.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1.

Disco 2:

  • Chaplin Today – Luzes da Ribalta – 26 minutos.

Documentário de Edgardo Cozarinsky com a participação de Bernardo Bertolucci.

  • Prefácio – Introdução de David Robinson – 6 minutos.

O biógrafo de Chaplin insere o filme em seu contexto histórico e cinematográfico.

  • Cena Cortada – 4 minutos.

Cortada por Chaplin depois da estréia do filme, esta cena contém a conversa entre Calvero (Chaplin) e Claudius.

  • Música Original – 59 minutos.

Trilha sonora completa de Luzes da Ribalta.

  • Footlights – 3 minutos.

Dois trechos do romance original, lidos por Charles Chaplin.

  • The Professor (1919) – 7 minutos.

Neste curta metragem incompleto, Charles Chaplin interpretou um treinador de pulgas pela primeira vez.

  • Home Movies – 16 minutos.

A família Chaplin nos Estados Unidos no início dos anos 50. O retorno de Chaplin há lugares de sua infância em Londres, em 1959.

  • Galeria de Fotos

200 fotos da produção, desenhos preparatórios, Chaplin e Keaton por W. Eugene Smith.

  • Cartazes do Filme
  • Trailers – 6 minutos.
  • Cenas dos Filmes da Coleção Chaplin – 23 minutos.

Coleção Chaplin – volume dois

Coleção Chaplin Volume 2

O Circo (The Circus) – 1928

Chaplin é se torna a sensação do circo graças à uma fuga da polícia.

O Circo

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Disco 1:

  • Filme Original Remasterizado Digitalmente pertencente ao acervo da família Chaplin.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1 e Mono Original.

Disco 2:

  • Prefácio de David Robinson – 5 minutos.

O biógrafo de Chaplin insere o filme em seu contexto histórico e cinematográfico.

  • Chaplin Today: O Circo – 26 minutos.

‘ Documentário de François Ede com participação do premiado diretor Emir Kusturica.

  • Cena Sequência Cortada – 10 minutos.

Chaplin anda na corda bamba e tem um jantar cheio de acidentes.

  • Outtakes – De 07 a 10 de Outubro de 1926 – 26 minutos.

Outtakes de uma semana na gravações de O Circo.

  • Mountbatten Home Movies – 7 minutos.

Três filmes caseiros dos arquivos de Lord Louis Mountbatten:

  • Nos estúdios Chaplin.
  • Douglas Fairbanks.
  • The Sacrifice.
  • Documentos/Registros:

Estreia em Hollywood (1928) – 6 minutos.

Reportagem de estréia de O Circo em Los Angeles.

Câmera A, Câmera B – 1 minuto.

Filmagens feitas simultaneamente das duas câmeras usadas na filmagem de O Circo.

Ensaio de Cinema em 3 Dimensões por Roland Totheroh – 2 minutos.

Um experimento em 3-D pelo cameraman chefe de Chaplin.

Circus Day com Jackie Coogan – 12 minutos.

A jovem co-estrela de O Garoto interpreta o papel principal nessa adaptação do livro infantil preferido sobre as aventuras do garotinho Tobey Tyler em um circo mambembe.

  • Galeria de fotos

180 fotos da produção

  • Cartazes do filme
  • Trailers – 5 minutos.
  • Cenas dos filmes da Coleção Chaplin – 12 minutos.

Luzes da Cidade (City Lights) – 1931

O vagabundo se apaixona por uma florista cega e faz de tudo para ajudá-la a recuperar a visão.

Luzes da Cidade

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Disco 1:

  • Filme Original Remasterizado Digitalmente pertencente ao acervo da família Chaplin.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1 e Mono Original.

Disco 2:

  • Prefácio-Introdução de David Robinson – 5 minutos.

O biógrafo de Chaplin insere o filme em seu contexto histórico e cinematográfico.

  • Chaplin Today: Luzes da Cidade – 26 minutos.

Documentário de Serge Bromberg com a participação do diretor Peter Lord.

  • The Champion (1915) – 10 minutos.

Charlie em uma luta de boxe, 15 anos antes de Luzes da Cidade.

  • Documentos e Registros:
  • A Filmagem – 8 minutos.

No set a famosa cena de Charlie e a garota das flores se encontram, filmado por Ralph Barton.

  • Testes com Georgia Hale – 7 minutos.

O teste de tela feito pela atriz de Em Busca do Ouro quando Chaplin pensou em substituir Virgínia Cherril como a garota das flores.

  • The Dream Prince – 1 minuto.

Uma idéia descartada de como a garota das flores imagina ser seu bem feitor.

  • Ensaio – 1 minuto.

Chaplin resolve o problema de uma cena complicada.

  • Chaplin e os boxeadores – 4 minutos.

Chaplin brinca de boxe com lutadores profissionais que visitam os estúdios.

  • Winston Churchill em Visita – 2 minutos.

O futuro primeiro ministro da Inglaterra vista Chaplin durante as filmagens de Luzes da Cidade.

Chaplin fala – 3 minutos.

Em Viena, em 1931, durante sua triunfante turnê Européia

  • Viagem à Bali – 10 minutos.

Filmagem editada de quando Charlie e Sydney Chaplin visitam Bali em 1932.

  • Galeria de fotos

144 fotos da produção e atores.

  • Cartazes do Filme
  • Trailers – 8 minutos.
  • Cenas dos Filmes da Coleção Chaplin – 12 minutos.

Monsieur Verdoux (Monsieur Verdoux) – 1947

Comédia de Humor Negro que se baseia na vida assasino francês Henri Désiré Landru, que após levar um golpe financeiro, decide casar com viúvas ricas e depois assassiná-las. Filme sugerido à Chaplin por Orson Welles, que lhe pagou uma quantia de US$ 5.000,00 pela idéia .

Monsieur Verdoux mv1

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Disco único (DVD Simples):

  • Filme Original Remasterizado Digitalmente pertencente ao acervo da família Chaplin.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1 e Mono Original.

Informações Especiais:

  • Prefácio-lntrodução de David Robinson – 5 minutos.

O biógrafo de Chaplin coloca o filme em seu contexto histórico e cinematográfico.

  • Chaplin Today: Monsieur Verdoux – 26 minutos.

Documentário de Bernand Eisenschitz com a participação do mestre do suspense Claude Chabrol.

  • Planos dos Cenários e Desenhos Preparatórios

Plantas dos cenários comparadas com as cenas correspondentes no filme.

  • Galeria de Fotos

76 fotos da produção e fotos dos atores.

  • Cartazes do Filme
  • Trailers – 5 minutos.
  • Cenas dos filmes da Coleção Chaplin – 12 minutos.

Charlie: A Vida e Arte de Charles Chaplin (Charlie: The Life and Art of Charles Chaplin) – 2004

Documentário de Richard Schickel com mais de duas horas de duração, que fala sobre a vida e a carreira do maior comediante de todos os tempos. Com depoimentos de amigos, astros e diretores do passado e da atualidade. DVD simples sem extras.

Charlie - A Vida e a Arte de Charles Chaplin

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Coleção Chaplin – volume três

Coleção Chaplin Volume 3

O Garoto (The Kid) – 1921

Após ser abandonado pela mãe, um bebê é encontrado pelo vagabundo que passa a cuidá-lo como seu próprio filho.

O Garoto g1

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Disco 1:

  • Filme Original Remasterizado Digitalmente pertencente ao acervo da família Chaplin.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1.

Disco 2:

  • Prefácio – Introdução de David Robinson – 6 minutos.

O biógrafo de Chaplin insere o filme em seu contexto histórico e cinematográfico.

  • Chaplin Today: O Garoto – 26 minutos.

Documentário de Alain Bergala com a participação do renomado cineasta Iraniano Abbas Kiarostami.

  • Cenas cortadas em 1971 – 6 minutos.

Três cenas envolvendo o papel da mãe do garoto, interpretada por Edna Purviance, que foram cortadas por Chaplin do filme na reedição de 1971.

  • How to Make Movies (1918) – 16 minutos.

Um filme no qual Chaplin mostra o prédio de seu novo estúdio, e como os filmes são feitos no local.

  • My Boy (1921) – 55 minutos.

Filme feito posteriormente por Jackie Coogan no qual atua em papel semelhante ao interpretado em “O Garoto”.

  • Jackie Coogan dança (1920) – 1 minutos.

Jackie Coogan faz uma improvisada performance para visitantes nos estúdios Chaplin.

  • Nice and Friendly (1922) – 11 minutos.

Um filme caseiro com Lord e Lady Mountbatten, Jackie Coogan e Charles Chaplin.

  • Charlie on the Ocean (1921) – 4 minutos.

Edição da primeira viagem de Chaplin para a Europa.

  • Jackie Coogan em Paris – 2 minutos.

Jackie Coogan em Paris durante uma viagem para levantar fundos à caridade.

  • Gravando a nova trilha sonora – 2 minutos.
    Edição de Chaplin conduzindo uma nova trilha sonora para O Garoto.
  • Galeria de fotos

Desenhos da produção e fotos de Jackie Coogan.

  • Cartazes do filme
  • Trailers – 8 minutos.
  • Cenas dos Filmes da Coleção Chaplin – 12 minutos.

Casamento ou Luxo – Uma Mulher em Paris (A Woman of Paris) – 1923 / Um Rei em Nova York (A King in New York) – 1957

Casamento ou Luxo: Drama sobre a elite francesa dos anos 20 dirigido por Chaplin.

Um Rei em Nova York: Um Rei europeu deposto e exilado nos Estados Unidos apronta diversas trabalhadas ao lado de um garoto comunista. Nessa comédia que zomba da cultura americana dos anos 50.

Casamento ou Luxo e Um Rei Em Nova York

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Disco 1 (Um Rei Em Nova York):

  • Filme Original Remasterizado Digitalmente pertencente ao acervo da família Chaplin.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1.

Informações Especiais: Um Rei em NovaYork

  • Prefácio – Introdução de David Robinson – 5 minutos.

O biógrafo de Chaplin insere o filme em seu contexto histórico e cinematográfico.

  • Chaplin Today: Um Rei em Nova York – 26 minutos.

Documentário de Jérôme de Missolz com a participação de Jim Jarmusch.

  • Cenas Cortadas em 1971  – 22 minutos.

14 breves cenas cortadas do filme para futura reedição.

  • Mandolin Serenade – 3 minutos.

O ensaio de um dos principais temas musicais do filme. Chaplin conduz pessoalmente a orquestra.

  • Galeria de Fotos

Desenhos da produção e fotos dos atores.

  • Cartazes do Filme
  • Trailers  – 9 Mins.
  • Cenas dos Filmes da Coleção Chaplin  – 12 Mins.Disco 2 (Casamento ou Luxo - Uma Mulher em Paris):
  • Filme Original Remasterizado Digitalmente pertencente ao acervo da família Chaplin.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1.

Informações Especiais (Casamento ou Luxo - Uma Mulher em Paris)

• Prefácio – Introdução de David Robinson – 5 minutos..

O biógrafo de Chaplin insere o filme em seu contexto histórico e cinematográfico.

  • Chaplin Today: Casamento ou Luxo – 26 minutos.

Documentário de Mathias Ledoux com a participação da atriz e diretora norueguesa Liv Ulímann.

  • Cenas Cortadas – 11 minutos. Cenas cortadas do filme por Chaplin quando ele compôs a trilha sonora para a reedição do filme.
  • United Artists  – 3 minutos.

Assinando o contrato para criar o United Artists: Charles Chaplin, Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith.

  • Paris nos anos 20 – 10 minutos..

Imagens da capital Francesa nos anos 20, o contexto e o período da história do filme.

  • Camillè (1926) – 33 minutos..

Um filme amador de Ralph Barton baseado em La Dame aux Camélias e apresentando numerosas personalidades de New York (e visitando) a intelligentsia da época, incluindo: Anita Loos, Paul Robeson, Sinclair Lewis, Ethel Barrymore, Sacha Guitry, Yvonne Printemps e Charles Chaplin.

  • Galeria de Fotos

Desenhos da produção e fotos dos atores

  • Trailers 3 minutos

Festival Carlitos: Os Curtas (The Chaplin Revue) – 1959

Uma seleção dos primeiros curtas do estúdio de Chaplin com nova trilha sonora composta pelo próprio Carlitos em 1959 para o cinema.

Festival Carlitos

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Disco 1 (Festival Carlitos, Vida de Cachorro, Ombros, Armas! e Pastor de Almas):

  • Cenas Cortadas de Ombros, Armas!  – 10 minutos.
  • How to Make Movies (1918 – 16 minutos.

Um filme no qual Chaplin mostra o prédio de seu novo estúdio, e como os filmes são feitos lá.

  • The Bond (1918) – 10 minutos.

Filme no período da Primeira Guerra Mundial apresentando Chaplin, Edna Purvíance e o irmão de Chaplin, Sydney como o Kaiser.

  • Galeria de Fotos

Fotos das produções e dos atores.

  • Cartazes do Filme
  • Trailer de Festival Chaplin: Os Curtas  – 2 minutos.
  • Cenas dos Filmes da Coleção Chaplin – 12 minutos.

Disco 2 (Um Dia de Prazer, Idílio Campestre, Clássicos Vadios e Dia de Pagamento):

  • Filme Original Remasterizado Digitalmente pertencente ao acervo da família Chaplin.
  • Trilha sonora remasterizada em Dolby Digital 5.1.Informações Especiais:
    • Prefácio – Introdução de David Robinson – 5 minutos.

    O biógrafo de Chaplin insere o filme em seu contexto histórico e cinematográfico.

    • Cenas Cortadas de Idílio Campestre – 9 minutos.
    • Os Visitantes – 7 minutos.

    Edição de bastidores dos visitantes dos cenários de Chaplin em Hollywood nessa época.

    • Harry Lauder (1918) – 8 minutos.

    Chaplin e o grande comediante do British Music Hall gravaram essa edição para um curta incompleto que pretendia ser um projeto a fim de levantar fundos para o Fundo Million-Pound.

    • Galeria de Fotos

    Fotos das produções e dos atores.

    • Cartazes do Filme
    • Trailer de Festival Chaplin: Os Curtas  – 2 minutos.
    • Cenas dos Filmes da Coleção Chaplin – 12 minutos.

    Considerações finais:

    A coleção é altamente recomendada, mas há algum tempo se encontra fora de catálogo em diversas lojas. Nos Estados Unidos foram lançados dois boxes, pois o segundo box americano foi dividido em dois no Brasil (volume 2 e 3). Os DVDs americanos possuem legendas em português, o que pode facilitar a aquisição dos títulos se você não os encontrar aqui. Acredito que se for lançada a edição em Blu-ray, não terá muito a acrescentar além da imagem superior, pois o material adicional é muito completo. Agora para completar o acervo do pequeno vagabundo, falta um trabalho semelhante ao feito pela Warner e MK2 nos curtas da First National, Mutual e etc.

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    TODOS os boxes citados na Videolar:

    Coleçãoo Chaplin Volume 1

    Coleção Chaplin Volume 2

    Coleção Chaplin Volume 3

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    Blu-rays preferidos pelos leitores do BJC (todos com legendas em português brasileiro):

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    Blu-ray resenha – Kings Of Leon: Live At The O2 London

    Posted on 29 dezembro 2009 by Julian Conde

    LOST-BANNER

    É um fato que comprovei muito recentemente a fundo, que os áudios novos Dolby True HD e DTS Master Audio são absurdamente superiores aos formatos convencionais.

    Vou entrar nesse mérito em outro post, já que aqui vou falar sobre o novo show da Banda Americana “Kings of Leon” e seu novo show lançado em Blu-ray esse mês nos Estados Unidos.

    O evento foi gravado neste ano de 2009 na Arena O2 em Londres. Abaixo uma amostra em HD no You Tube:


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    Sobre a imagem:

    A imagem é impecável, gravada usando câmeras HD em 1080i, chamada de Live Transfer.
    A luz tende muito pro âmbar, laranjas, amarelos, e sendo todos os integrantes loiros ou ruivos, mais as guitarras sendo cor de madeira, o vídeo fica com uma imagem amarelada, quase em tom sépia, que é proposital, já que a luz é desenhada assim.

    A nitidez é ótima, contraste e profundidade, como nas cenas que mostra o público são incríveis.

    Vejo muitos reviews de shows por aí, de gente dizendo que a imagem tem contraste ruim, que é granulado. Isso é um problema físico e não da reprodução. Quando uma câmera filma por exemplo um braço de guitarra em solo, com tudo escuro e bem de frente pra câmera está um foco de luz de 1000 watts, chamada “Luz Contra” ela entra na câmera como o sol na vista e não há como não perder o contraste do braço da guitarra enquanto a luz está na “cara” da câmera.

    Qualquer pessoa que vá a shows, mesmo que sem perceber em algum momento torce a cara ou encobre a vista quando uma luz dessa passa direto na vista.

    Então, não é um problema de transferência, de gravação, nem de LCD ou Plasma, é simplesmente uma luz forte ofuscando a imagem, o que em um show é todo o tempo e pra todo lado.

    Outro mito de shows em mídia é que a imagem é granulada. Isso acontece porque há sempre fumaça no show, que faz perder contraste em função da “visualização dos feixes de fuz” e deixa como se fosse uma névoa no ambiente (inclusive as máquinas que produzem esse efeito são chamadas de Haze Maker, que é fazer “neblina”).

    Outro detalhe é que a gravação não é feita em película, como em cinema, o que deixa tudo mais cru e “na cara” em função da resolução nativa, método de captura e velocidade dos frames.

    Ao longo do show todo não perdemos a qualidade de vídeo, nem bit rate, sempre constante.

    O visual geral do show é espetacular, como era de se esperar num evento desse porte.

    Sobre o áudio:

    Tive o prazer de trabalhar no Tim Festival em 2005 no Rio, e entre grandes artistas estava o Kings of Leon. Na época eles eram uma banda de poucos equipamentos, sem grandes “pedidos” técnicos, mas faziam um som absurdo ao vivo.

    Vendo hoje esse show, vejo que eles melhoraram musicalmente, estão mais calmos e precisos, deixou de ter aquele entusiasmo inicial pra ter controle e precisão musical.

    O equipamento usado por eles no palco é de primeiríssima, como amplificadores Ampeg e Matchless, Microfones Sennheiser, e Guitarras Gibson, e bateria DW, entre as melhores do mundo.

    Tudo isso era de se esperar de uma banda desse porte hoje, com dinheiro e conhecimento, mas são fatos que ajudam no resultado sonoro, ou seja, melhor pra nós!

    O show em Blu-ray tem um erro logo de cara, na contracapa diz  “Audio PCM Uncompressed 5.1 Surround Sound 48khz / 24 Bits”, e logo apertando menu, vejo que diz “96Khz / 24 Bits”, que é o dobro da amostragem de sinal de audio, aos ouvidos não treinados não se aplica como o “dobro da qualidade”, mas é uma diferença significante em qualquer sistema e pra qualquer ouvido, mesmo que não saiba o que procurar como diferença.

    Finalmente tocando o show, meu processador leu “96Khz” e pude comprovar o erro de impressão na contracapa, o sinal de audio é realmente o dobro do descrito, o que é uma surpresa boa.

    Tratando do som do show em si, tenho uma certeza: a gravação foi feita em dois shows distintos. Visualmente não notei essa diferença, já que os figurinos são praticamente os mesmos, mas no som o show é um até a música “Fans” e outro bem melhor em diante.

    No começo do show, a diferença gritante é a bateria, que pra mim é o pilar de uma gravação ao vivo. A bateria parece “muito no fundo” em relação a voz, guitarra e baixo, o que acaba tirando o peso do som ao vivo. O bumbo está até tal ponto meio sem definição, sem “Kick” como chamamos a batida mais aguda quando o pirulito entra em contato com a pele, é uma característica fundamental de uma gravação de bateria.
    Da música “Fans” em diante tudo vem pra frente e a bateria aparece com força total, com um Bumbo muito bem equilibrado, com kick e peso ao mesmo tempo, tomando conta do ambiente, marcando seu lugar como pilar da gravação.

    Daí em diante é só alegria, guitarras bem tocadas e gravadas, Voz com timbre rouca do vocalista, que particularmente gosto muito, acho um cantor bom no que se propõe a fazer.

    Todos os outros instrumentos estão bem acomodados em relação ao outro, tudo é muito limpo e cristalino, cada batida de prato, cada acorde. Gravação de primeira linha, como deve ser, só queria entender o que acontece no começo do show, nas primeiras musicas, que a bateria está destoada da mixagem, e sem “pegada”. Depois tudo muda e fica ótimo até o fim, então minha explicação é que a gravação foi feita em dois dias diferentes, muito comum em gravações ao vivo, muito mesmo. Mas geralmente não se percebe mudanças sonoras, é mais fácil ter visual já que não existem continuistas como nos filmes pra dizer que o tapete estava dobrado na ponta esquerda no começo, quando vai refazer a cena.

    Conclusão:

    Pra quem curte o som da banda, como eu, é um registro espetacular, de alta definição e de alta qualidade, em áudio e vídeo.

    Não possui extras, mas não sinto falta após quase 2 horas de show .

    Quem tiver um sistema bacana vai se surpreender com o surround e qualidade geral do áudio.

    Recomendo muito!

    Link direto para Amazon.com:

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    Post do Leitor – Star Wars em VHS (1997)

    Posted on 26 dezembro 2009 by Leitor do BJC

    DVDs - Submarino.com.br

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    Esta é a versão gringa, pelo visto a nossa era idêntica!

    por Roberto Fraga

    Em 1997 o bom e velho George Lucas resolveu dar uma refinada nos efeitos especiais de sua famosa Triologia, corrigindo falhas e inserindo algumas cenas adicionais.

    Vale lembrar que naquele ano, o  então “novo formato” ainda estava engatinhando e não havia o menor sinal do lançamento do material em DVD.

    O interessante desse box é que os filmes e documentários que são apresentados antes dos filmes não aparecem em nenhuma versão no formato digital,  já que George Lucas ainda aprimorou os efeitos especiais e  melhorou a imagem e o aúdio quando relançou os filmes em DVD.

    Assim sendo, pode-se afirmar que o box lançado em 1997 é uma versão perdida que dificilmente estará disponível no formato digital, ou seja, uma preciosidade para os fãs da franquia.

    De qualquer forma, tratei de transferir os filmes para o novo formato e o resultado ficou bastante razoável (o problema é descobrir aonde guardei tais discos).

    O vídeo abaixo mostra os detalhes do box:

    Fotos da edição brazuca:


    Nota do Jotacê

    E para quem deseja ter este item histórico na coleção, aproveitem que está disponível no Marketplace da Amazon.com (ao que parece existem itens novos e com vendedores que entregam no Brasil). Observem o preço inicial:

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